Mostrando postagens com marcador CDP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CDP. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

UFPA VAI COMPRAR A CAPELA POMBO

O reitor Carlos Maneschy já tomou a decisão: a UFPA vai comprar a Capela Pombo. Já comcluí as negociações com o proprietário Augusto Pombo e o Reitor assegurou os recurssos junto ao MEC. O IPHAN se conprometeu de incluir os recursos para o restauro no Programa PAC das Cidades Históricas.

O Fórum Landi junto com a Procuradoria Geral coordenarão as providências legais para a aquisição. O projeto de restauro será elaborado pelo Forum Landi, Lacore da Faculdade de Arquitetura e contará com o apoio do Laboratório de Arqueologia.

A Capela conservará seu uso devocional, tanto que o Arcebispo de Belém foi o primeiro a ser comunicado oficialmente da decisão pelo reitor Manreschy em recente reunião para tratar de assuntos de interesse comum da UFPA e da Arquidiocese, e no espaço posterior serão contruídas instalações dedicadas ao ensino ao Canto Gregoriano.

UM SONHO VAI SE TORNAR REALIDADE.

As pessoas que participaram campanha de coleta de fundos para adquirir a capela poderão optar em ser restituídas ou em manter as doações que serão utilizadas na fase inicial do projeto e elas receberão um diploma de participantes da compra da capela.
Daremos mais informações sobre o assunto.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

IPHAN aprova demolição dos galpões

SERÁ 1º DE ABRIL FORA DE ÉPOCA?

Está no Reporter 70 da edição de hoje 5/4/2012.

Ou será, que é pra sofrermos mais agonias, já que é Semana Santa?

domingo, 18 de março de 2012

Galpões da CDP: nome dos boys

A desmontagem dos galpões do Porto de Belém é o resultado de uma vendeta política e de muita safadeza.
Na era do PSDB, Almir Gabriel, para demonstrar todo o seu cuidado com Maria de Belém, usou de todos os meios para impedir que os recursos federais do Programa Monumenta fossem repassados para a prefeitura do petista Edmilson.
Conseguiu, venceu essa batalha na porfia para mostrar quem amava mais Belém.
O emblema maior dessas desclarações de amor tucanas ficou sendo a Estação das Docas, cujo projeto original previa a expansão para os demais armazens e a construção de um centro de Convenções.

Quando o PT assumiu com Lula, o governo federal em 2003, os cargos federais no estado foram loteados entre os os partidos da base de sustentação do novel governo.
Para nossa desgraça ao PSB coube a CDP cujo chefão-proprietário no Pará é o forasteiro-embusteiro Ademir Andrade.
A nova direção da CDP, talvez em represália ao povo do Pará por não ter eleito governadora a desconhecida e titubeante Maria do Carmo (eu votei nela, na ocasiao ainda filhiado ao PPS e os candidatos do partido Ciro-Hildegardo, apoiaram Lula e Maria do Carmo) tramaram: vamos inviabilizar este símbolo do sucesso tucano, vamos acabar com os sonhos de expansão da "Estação donDocas".

Desde muito tempo o Porto de Belém se mostra inadequado para a navegação atual, pois o porto foi contruido para os padrões do inicio do século 20: calado, dimensões, capacidade de armazenamento, além da inexistência de área de expanção do retro-porto, e, sobre tudo, dificuldade para o manejo de conteiners, a modalidade de transporte marítimo mais demandada para cargas gerais.

Tanto isso é verdade que a CDP vinha desmobilizando o velho porto, símbolo da capital da borracha, e transferindo-o para Vila do Conde.
Foi neste cenário que o governo do PSDB estadual começou a negociar com o nacional a cessão paulatina dos galpões para implantar o projeto Estação das Docas.
A inviabilidade de expansão do porto, era a justificativa para a cessão.

Foi cedida a primeira parte. Inaugurou-se a Estacao das Docas, sucesso total, pois atendia a uma demanda real da cidade, porém inclompleta: faltava um centro de convenções equipamento urbanos que uma cidade precisa para sediar grandes manifestações do turismo de eventos.

Os aliados do PT no comando da CDP convencem seus comparsas do Ministério dos Transporte que era preciso estancar a hemoragia de sucessos e votos amarelos em Belém, fechando as portas da esperança de crescimento da Estação, trancafiada em um terminal de conteiners.

Se isso ocorreu só na base da lábia política, condenável, mesquinha e vil ou se o vil metal aportou em companheiras contas e mudou o entendimento técnico sobre as viabilidades do Port of Parah, o tempo um dia dirá?

Isso é execrável, abominável, trabalho de anões.
Será justo que nós, a cidade de Belém, tenhamos que pagar o preço de uma vingança maquinada por espíritos de porto?