Esta eu ouvi na casa de meu avô e os personagens são Barata e Getúlio.
O governador do Pará visitava o presidente Getúlio Vargas, na então capital federal, Rio de Janeiro, onde fora recebido pelo próprio, no cais do porto, com honras, pompas e circunstâncias.
No retorno à Belém o ministro da Justiça representou o presidente e deu-lhe o recado:
No retorno à Belém o ministro da Justiça representou o presidente e deu-lhe o recado:
- Incumbiu-me o senhor presidente de transmitir ao insigne viajante os melhores votos de feliz viagem.
Respondeu Barata:
- Transmita ao insigne ficante meus sinceros agradecimentos.
O interessante desta história era a interpretação que a ela davam baratistas e anti-baratista.
Os últimos contavam-na para demonstrar a rudeza do governador. Já os seu admiradores, quando a admitiam como verdade, usavam-na para demonstrar a sagacidade do líder e comentavam.
- Barata, não gostando de receber as despedidas do ministro da Justiça, queria o presidente, ao se fazer de tolo, deu o troco.
O interessante desta história era a interpretação que a ela davam baratistas e anti-baratista.
Os últimos contavam-na para demonstrar a rudeza do governador. Já os seu admiradores, quando a admitiam como verdade, usavam-na para demonstrar a sagacidade do líder e comentavam.
- Barata, não gostando de receber as despedidas do ministro da Justiça, queria o presidente, ao se fazer de tolo, deu o troco.
