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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

BOA MORTE AMIGO SERRA!

Este parece ser o desejo da maioria do PSDB.

Livrar-se do vampiro arrogante é talvez a única forma do partido se reciclar, ou voltar pelo menos para o seu antigo leito de centro-esquerda, deslocado para o centro-direita por insistência do dito cujo, e também, é claro, de seu mui-amigo Geraldo Picolé-de-Xuxú Ao Quinino

Com o desmoronamento de Serra, se eles tiverem ouvidos para o FHC, ainda sem dúvida o melhor quadro do partido, poderão ser um PFL-DEM de mais longo curso, ou até, quem sabe, um PMDB, partido nacional incapaz de aspirar a presidência.

INGRATOS !!!!

P.S.: Ontem uma mesa pesebista, ao lado da minha, no restaurante, se lamuriava: este Serra é um pé-frio, não leva uma.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Fantasmas do passado podem baixar em Sampa

PSDB de São Paulo negocia a vinda do ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, conhecido pela política de segurança chamada Tolerância Zero, apontada como uma das causas na queda dos indicadores de criminalidade na cidade americana nos anos 90. Aqui.



Querem ressuscitar morto de cemitério estrangeiro para encarnar na realidade brasileira.
Serrá que este santa vai baixar na terreiro do Avenida Paulista?
Falando em inglês:
- Ô Mô son!!!

Atenção, despacho preste santo não pode ser com galinha preta, tem que ser com peru do Thanksgiving Day
Será que imaginam estar dando passos à frente?Se continuarem assim rumo ao passado, melhor pedirem logo para o pessoal da mesa branca ir contactando o Barão Hausman, para vir retificar o traçado das favelas.
P.S.: Agradeço a colaboração do Paulo André Nassar, que me deu a dica da notícia.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Hamlet ao Toocupt

Pety Petista e Ferdinando Toocano em: A vida é a arte do encontro,
Ou como nos achamos perdidos no meio da divisão do butim Pará.




- Eu sou você!
- E eu sou você !
- Enfim estamos de acordo!
- Não temos posição.

domingo, 15 de maio de 2011

Ferdinando Toocano e a divisão do butim Pará

Ferdinando Toocano, o interpreta a opinião do PSDB sobre a divisão do butim Pará.


Um pedaço de mim diz que sim.
Um pedaço diz que não.
Outro pedaço não sabe.
Oh, dúvida cruel !
Estamos em cima do muro.
Literalmente !!!!

terça-feira, 3 de maio de 2011

O intérprete da tucanidade

Conheça a opinião de Ferdinando Toocano, intérprete da tucanidade.



- Os problemas que acometem o partido são desaranjos passageiros.

sábado, 23 de abril de 2011

Os simples e o complexo

Só os simples, aqueles que no consolo evangélico, verão à Deus, podem acreditar que em uma deslumbrante manhã em seu apartamento em Higienopolis, depois de sua ida à padaria, Fernando Henrique, aborrecido com o mundo, sentou em seu escritório e resolver conclamar seus partidários a se esqueceram do povão.
Como timoneiro de um barco que vai cambaleando, quis, partindo de dados da realidade apontar uma saída: ou deixamos de lado as classes D e E, que agora vivem suas núpcias com o PT e nos concentramos nas classes B e C ou perderemos estas também.
Ele sabe que no mundo real e preconceituoso da classe média, existe um amplo segmento, que antes odiava o Lula por seu jeito operário de ser e que, agora, começa a simpatizar com a Dilma, mais técnica e comedida.
FHC é bem informado, bobos são seus aliados.

P.S.:É sempre bom lembrar, que Lula na primeira vez que se elegeu o fez graças aos votos das classes médias urbanas, o povão do Brasil fundo votou no Serra que tinha como vice a Rita Camata do PMDB.
Na segunda eleição, depois do efeito dos adequados programas de bolsas sociais, o Lula ganhou no povão.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

O papel dos atuais partidos políticos brasileiros

Eu tenho uma proposta, vamos acabar com essa história de quem é o melhor partido, quem salvou o Brasil etc.
É mais claro como o dia que o PMDB foi o partido que derrubou a ditadura e conquistou a democracia.

O PMDB de Ulisses, Tancredo, Jáder, Hélio Gueiros, Raimundo Jinkings, Paulo Fonteles, Humberto Cunha, Carlos Sampaio, etc, etc, etc

Coisa que nem Lula ou Fernando Henrique, na época, tinham condições de fazer.
Depois veio a era do PSDB, de FHC, Mario Covas, Serra, Almir Gabriel, etc, etc, etc.
que domou a inflação e estabilizou a moeda com o plano Real.
O PT, de Lula, Paulo Rocha, Ana Júlia, etc, etc, etc, é o partido que está promovendo a diminuição das desigualdades e uma, ainda que tímida, distribuição de riqueza.
Em suma, nenhum tinha condições históricas de fazer o que seu antecessor fez e sem o que, o sucessor, também não cumpriria sua agenda.
Só que, para que cada um cumprisse seu papel, todos tiveram,
como o infeliz Fausto, de vender a alma para o diabo.
O diabo, como sabemos é um cara volúvel e assume muitos nomes: cão, satanás, tinhoso.
Na política brasileira, em cada momento teve um nome: Centrãbo, PFL-abo, DEM-abo, PMDeaBo.
Na era do Capital fabril, quando Goethe escreveu o seu Fasto, o diabo cobrava a alma no fim da vida.
Agora, o Capital Financeiro já leva uma parte em garantia e vai cobrando o resto em juros e prestações, com isso, cada um destes partidos perdeu parte de sua alma original e já tem um pouco da cara e da alma do diabo.
Missões cumpridas, deveriam se imolar e dar lugar para a criação dos novos partidos, capazes de pensar e governar o Brasil do século 21.
Isso seria a revolução brasileira que poderia dar rumo ao século 21, no ocidente, que convenhamos, tá complicado, e velho.
Mas, ninguém larga a carne seca quando está por cima dela.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Bresser Pereira deixa PSDB acusando-o de direita

Depois de se desligar do PSDB, Bresser Pereira deu entrevista ao Jornal Valor do Grupo Carta.

Valor: Quando o senhor considera que o PSDB começa essa trajetória para a direita?
Bresser-Pereira: O Fernando Henrique teve dois azares: o primeiro foi que governou o país no auge absoluto do neoliberalismo, enquanto Lula governou no momento em que o neoliberalismo começa a entrar em crise; e o segundo é que seu governo não gozou do aumento dos preços das commodities de que o Lula desfrutou. Mas o fato concreto é que no governo Fernando Henrique o partido já caminhava para a direita muito claramente. Daí o PT ganhou a eleição e assumiu uma posição de centro-esquerda, tornou-se o partido social-democrata brasileiro — e o PSDB, naturalmente, continuou sua marcha acelerada para a direita. Nas últimas eleições, ele foi o partido dos ricos. Isso, desde 2006. É a primeira vez na história do Brasil que nós temos eleições em que é absolutamente nítida a distinção entre a direita e a esquerda, ou seja, entre os pobres e a classe média e os ricos. E um partido desse não me serve, seja pela minha posição social-democrata, seja pela minha posição nacionalista econômica tenho horror profundo e absoluto do nacionalismo étnico. Acho que a globalização é uma grande competição a nível mundial, quando todos os mercados se abriram, e passou a haver uma competição global não apenas das empresas, mas dos países. E você precisa, mais do que nunca, uma estratégia nacional de desenvolvimento.

Quem quiser ler toda a entrevista click no link abaixo.
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/04/08/bresser-deixa-o-psdb-e-critica-entreguismo-de-fhc/




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