Lambuzou-se a campanha inteira
E agora vai ficar de lado.
Um tucano do papo amarelo e muitas plumas, aqui do Estado, me disse que no ninho paraense da ave, muitos já estão nessa.
No fim brincou, muro e fundamentalismo não são muito compatíveis.
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Orgulho do preconceito
Todo preconceito é burro, menos o preconceito contra a burrice, e este "eu me orgulho de ter", como dizia o meu amigo Benedicto Monteiro
Além de uma série de outras variáveis que estão por trás da campanha contra os nordestinos, desencadeada pelos eleitores de Serra, há uma imensa ignorância da História do Brasil.
O que estas Patricinhas não aprenderam na escola é que o Brasil não começou por São Paulo, cujo florescimento econômico começa no século 19 e se consolida no 20.
O que estes Mauricinhos não aprenderam é que no séculos 17 e 18 a economia do Brasil tinha, na complexa e sofisticada agro-industria do nordeste, o seu segmento mais dinâmico.
Não sei se eles já ouviram falar das invasões francesas e holandesas no Brasil, que visavam se apoderar do importante sistema açucareiro, com exceção da do Rio de Janeiro, todas as outras aconteceram no nordeste.
Se eles lessem meu blog, eu iria dizer: vejam o quadro de 1635 do João Batista Maíno, do Museu do Prado, onde a Cidade de Salvador rende graças à Filipe II pela expulsão dos invasores.
Conclusão: escola de qualidade e educação para a cidadania, ainda são o melhor preventivo para estas doenças do "progresso" que vamos enfrentar, cada vez mais, a partir de agora.
Mais informações sobre o quadro:
http://commons.wikimedia.org/wiki/File:La_recuperaci%C3%B3n_de_Bah%C3%ADa,_Ma%C3%ADno.jpg
Além de uma série de outras variáveis que estão por trás da campanha contra os nordestinos, desencadeada pelos eleitores de Serra, há uma imensa ignorância da História do Brasil.
O que estas Patricinhas não aprenderam na escola é que o Brasil não começou por São Paulo, cujo florescimento econômico começa no século 19 e se consolida no 20.
O que estes Mauricinhos não aprenderam é que no séculos 17 e 18 a economia do Brasil tinha, na complexa e sofisticada agro-industria do nordeste, o seu segmento mais dinâmico.
Não sei se eles já ouviram falar das invasões francesas e holandesas no Brasil, que visavam se apoderar do importante sistema açucareiro, com exceção da do Rio de Janeiro, todas as outras aconteceram no nordeste.
Se eles lessem meu blog, eu iria dizer: vejam o quadro de 1635 do João Batista Maíno, do Museu do Prado, onde a Cidade de Salvador rende graças à Filipe II pela expulsão dos invasores.
Conclusão: escola de qualidade e educação para a cidadania, ainda são o melhor preventivo para estas doenças do "progresso" que vamos enfrentar, cada vez mais, a partir de agora.
Mais informações sobre o quadro:
http://commons.wikimedia.org/wiki/File:La_recuperaci%C3%B3n_de_Bah%C3%ADa,_Ma%C3%ADno.jpg
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