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terça-feira, 18 de setembro de 2012

PARÁ E AMAZONAS: COMO VAI ACABAR ESTA PELEJA?

Eles ganhara a sede da Copa, vão poder assistir tomando cerveja na arquibancada, clássicos como: Honduras x Coréia do Norte ou Gana x Nova Zelândia.

Agora querem confundir o mundo. NÓS somos os inventores do açaí, afinal dizem as escrituras:
Quem vem ao Pará parou
Tomou açaí ficou.

Não conheço versão apócrifa, mesmo que falsificada na Zona Fraca que diga:
Quem vem ao Amazonas ajoelhou
Tomou açaí atracou.
(de popa)

Agora os pretenciosos estão espalhando por aí que nos superaram na fabricação da máquina de bater açaí.
Já dissera o EngoleCobra [EnC] o mais complexo engenho jamais concebido nestas plagas, desde o balão de Júlio Cezar Ribeiro de Souza.

A nossa:
Inculta e bela
Tem o tom e o silvo da procela.

Enquanto a máquina deles, aqui.
É de papel crepon e lata e verdes da cor dos olhos da mulata.

Na deles o açaí sai assim:

Da nossa assim:

Dizem que a deles só precisa um homem para operá-la, a nossa também:

A deles custa:

E a nossa sumano por quanto sai?

Das mediana ou das mais gitija?
Das mediana.
Sai por quatrocento real.
Tem disponiver pra pronta intrega?
Eu quero uma que não seja de mostruaro que já deve de tá um puco gasta. Eu quero uma na caxa.

E entrega bem amassadinho e suado um bolo de cédulas que trazia escondidas no sutiã.
Cunfere aí seu caxa.
No taxi fazia as contas:
Cum mais aqueles oitocento que tenho em casa do meu décimo e das féria que vendi, e cum o apuramento desses pato que criei pra vendê no Círo que cum fé na Virge vou conseguir e dispos de pagar o dismo pro pastor da quadrangular, pra ele num vim me amardiçuar, haverei de chegar aos R$1.500,00
Com isso dá para prerparar a bancada de lajota e comprar os depósitos de prástico, a mode de botar o açaí de molho.

R$400,00 + R$1.500,00=1.900,00
Vamos arredondar pra R$2.500,00, sai a máquina e as intalações, do modelo popular.

Se nesta nova jogada de marketing o Amazonas como sendo a terra do açaí, como já associaram a Floresta Amazônica.

O próximo passo vai ser levar o Cirio prá lá.

Já começaram de mansinho, inventaram uma N.S. da Amazônia. Quando oficialmente reconhecida pelo Vaticano, Padroeira da Amazônia, é a Nazinha.

Que tem até uma versão debiloide para o público infantil.

Quem avisa amigo é: Se eles ganharem essa parada eles levam o Círio e a Basílica para lá, e assim se cumprirá a profecía do EnC: por não sabermos cuidar bem do nosso patrimônio, no juizo final seremos todos condenados a vê-lo distribuido pelas outras cidades. Para que, se depois deste fim, outro príncipio houver, os futuros viventes pensem que aqui foi sempre uma terra arrasada.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Quem vai ficar com o Círio, a Nazinha, o açaí?

Depois de dividir a bandeira e o hino temos que aceitar a dura realidade de dividir outras coisas, talvez mais sentimentalmente ligadas a esta singular condição no mundo que é ser paraense.
Por exemplo, quem vai ficar com o Círio e com a proteção de Nossa Senhora de Nazaré.
Não me venham querer levar o Círio, o verdadeiro é de Belem, é do Pará.

Vamos também combinar com a Nazinha para que ela só acuda aos pedidos dos verdadeiros paraenses, os traíras que arrangem outra santa padroeira.


E o açaí?
Açai tem no Maranhão, no Amazonas, no Acre, mas, é conhecido mesmo como coisa do Pará, portanto não venham os mal agradecidos quer dizer que o açaí é deles também.

Nada explica melhor que o Pará e o açaí são carne e unha, coisas inseparáveis, indivisíveis, farinha do mesmo saco, do que a famosa quadrinha:
Quem vem ao Pará parou,
Tomou açaí ficou.
Vejam como ficaria se fosse adaptada para o Carajás:
Quem vem a Carajás carajou,
Tomou açaí ficou.
Ou pro Tapajós:
Quem vem ao Tapajós tapajou,
Tomou açaí ficou.