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sábado, 30 de junho de 2012

Quem é a favor da ESCRAVIDÃO?

Conhece alguém que seja?
Tem um amigo, parente?
Não me refiro a pessoas preconceituosas, mas falo de gente que é contraria à punição daqueles que escravisam seus semelhantes,

seus irmãos na grande parentalia que é a humanidade.

Na votação da lei que propõe severa punição aos ruralistas flagrados praticando trabalho escravo, a bancada do Pará votou majoritariamente SIM. Dois elementos se abstiveram: Zequinha Marinho (pastor evangélico) e Asdrubal Bentes. Dois elementos votaram NÃO: Giovani Queirós e Lira Maia.
Confira:

Estão lembrados? a quadrilha (refiro-me aqui a um conjunto de quatro elementos, veja no Aulete Digital) foi toda a favor da divisão do Pará.

Quando postei aqui no blog que eles não eram flor que se cheirasse, que representavam grileiros, pistoleiros, a bandidagem agrarista armada, eles se ressabiaram, vários "anônimos" anômalos das suas assessorias de imprensa, me esculhambaram, atacaram violentamente, até a reputação de minha veneranda genitora.
Não publiquei, é claro.

Agora eles confirmaram tudo o que eu havia dito!!

Se a lei brasileira considera crime inafiançável aprisionar animais silvestres, como não deixar de punir com firmeza, quem aprisiona gente?

Dou um conselho aos leitores, porque assim o farei, se comigo acontecer de cair nas garas de um "gateiro" e for levado para uma dessas fazendas como "escravo": renunciar à condição humana e pedir para ser considerado

um papagaio,

arara,

uma anta que seja,

desse modo, os que me aprisionassem iriam ficar no xilindró sem direito a pagar fiança.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Encerrando a conversa: Divisão do Pará, ou mania de relatório final

Isso é apenas um relato de fatos que ouvi, ou acompanhei, e minha análise da estratégia dos que "tramaram" a divisão do Pará.
Este movimento secessionista nasceu em "Carajás" como uma "oportunidade de negócios" inspirada nas mamatas em que surgiram com a instalação do Estado do Tocantins.
Estimulada, é claro, pela agilidade de jabuti paraplégico, com que, as elites "do Belém" tiveram em perceber o que rolava no canto de baixo do mapa do Pará.
O primeiro passo foi aglutinar os prefeitos da Associação dos Municípios do Araguaia e Tocantins, AMAT, formou-se, deste modo, sem nenhum critério técnico o mapa do novo estado.
Perceberam, um problema, ficariam isolados, sozinhos naquela canto, aí, grande sacada: vamos convidar o povo do oeste do Pará.
Quem é que está satisfeito com este projeto de Pará?
Ninguém.
Desde a queda da borracha, mas principalmente depois dos anos 1960, quando se redesenhou a geopolítica brasileira, as elites paraenses (políticas, empresarias, intelectuais, sindicais) têm sido incapazes de formular um projeto para o Estado e também de administrá-lo com competência.
A divisão seria mostrada para a população, como o remédio universal para seus males e para as elites, políticas e empresariais, como mandatos governamentais, senatoriais, prefeituras e câmaras de capitais e obras, muitas obras para implantar o novo estado.
Foi com este canto de sereia que juntaram-se a AMUT - Associação dos Municípios das Rodovias Transamazônica Santarém/Cuiabá e Região do Oeste do Pará, e a AMUCAN - Associação dos Municípios da Calha Norte.
Pensaram: pronto, agora somos a maioria!
Se m2 votasse, esta estratégia funcionaria, o problema é que quem vota é gente.
E a maior quantidade de gente estava fora do mapa que eles traçaram.

Carajás
A área de "Carajás" apesar de primitivamente ser tão cabocla como o resto do Pará, propostas de reforma agraria, projetos de colonização, depois a mineração atraíram
grande influxo migratório, criaram muita riqueza que logo ficou concentrada nas mãos de poucos e espalhou demandas de toda a ordem, incapazes de serem atendidas, mesmo se tivéssemos a mais eficiente administração estadual, pois são decorrentes da pobreza gerada em outras regiões do país e transferidas para cá.
Como as nossas lideranças políticas não foram capazes de cobrar da União Federal os investimentos para enfrentar aqui problemas decorrentes das desigualdades nacionais, acentuaram-se as contradições, e intencificaram-se os conflitos, a violência...
Os separatistas passaram a atribuir isso a ausência de "estado", incompetência do governo de Belém, apesar de seguirem o princípio: "hay gobierno soy a favor" e, por isso, terem participado de todas as recentes administrações do estado.

Tapajós
Se, agora quiseram afirmar que, historicamente, havia este ânimo separatista no Tapajós, no meu entendimento, era sentimento dormente, de baixa relevância, incapaz de se aglutinar como força política.
Era um sonho longe, inimaginável, porque considerado quase impossível. Algo em que a distância entre intenção e gesto, era maior do que a distância, entre as duas margens do rio de fronte de Santarém.
O processo foi turbinado a partir da mobilização de Carajás e incentivado por eles, entraram como boi de piranha nos planos carajaenses para engrossar o caldo, não tinham nem dinheiro para financiar a campanha. Como uma região que tem históricos sentimentos de se tornar independente, se tem uma elite que quer o poder, não busca recursos para isso? Os Inconfidentes de Minas, lá no século 18, não queriam pagar impostos para Portugal para terem mais dinheiro e se cacifarem, se armarem. Os bacamartes de hoje se chamam: grana. Eles não tinham. Quem pagou quase tudo foi Carajás. Me desculpem, mas eu não acredito neste sentimento separatista que não se materializa na substância vital da política. Para mim esse sentimento era mais um sebastianismo do que um separatismo.
Tapajós era o pobre com fome que pecou por gulodice, se um das razões alegadas para dividir o Pará, era a vastidão territorial, o que justificava criar um estado ainda tão grande, para ser administrado por uma estrutura ainda a ser criada.
Para administrar um estado, nesses brasis vigentes, tem que ter competência em duas áreas, na técnica e na da sacanagem, balanceados em harmonia, essenciais para as questões fiscais, de segurança, militar (faltou este mix no governo do PT).
Se a estrutura burocrático-administrativa do Estado do Pará, com competência instalada nas duas áreas, tem os problemas de governabilidade que reclamavam, será que o novo estado tapajônico teria?

Os líderes separatistas, primeiramente e principalmente Giovanni, depois o Lira Maia, não fizeram outra coisa, nestes últimos anos, a não ser articular-se com o baixo clero no Congresso Nacional e chantagear os governos estaduais para turbinar suas bases.
E todos, TODOS, aceitaram o jogo sujo.
E eles foram crescendo, arranjando adeptos.
Na conversa mole:
- Nós somos governo! Não tem problema, o chefe apóia.
E o governante de turno com esse papo: sou a favor do voto, da democracia, da consulta, do plebiscito, o povo que é soberano vai resolver, o que decidir eu acato, eu serei o juiz.
Esse foi o discurso de todos os candidatos, DE TODOS, nas recentes campanhas, e de Jatene quando foi aprovado o plebiscito.
E do Jáder, que continuou neste refrão, mesmo depois do resultado.

E assim sem que ninguém se postasse do lado razoável, como a calúnia do Fígaro no Barbeiro de Sevilha, que começa como um ventinho que depois se transforma em furacão, a idéia foi crescendo, se alastrando, ganhando corações e mentes, de conspiração para assaltar a viúva, transformou-se em esperança de futuro melhor para muitos milhares.
E virou alucinação coletiva, nas ruas, nos comícios, nos blogs, nos tuites, nas passeatas. Cegos não percebiam que desde o início o projeto era matematicamente impossível.
Mas ninguém os alertou para isso com a crueza e verdade necessária.
Nem do lado dos irresponsáveis incendiários, nem dos omissos que deveriam, por dever, serem os guardiões, não apenas da integridade territorial, mas, como quem zela e protege os sentimentos dos desavisados, não negando a legitimidade do que pleiteavam, advertir para que não caíssem nas conversas de manipuladores, nos novos currais eletrônicos da propaganda, para não criarem sonhos que não dependiam da vontade deles, mas da RENÚNCIA VOLUNTÁRIA da maioria da população do Pará, que era contrária à ideia da separação, e que portanto insistir nisso seria entrar numa canoa furada.

Mas por que eles se calaram?
Por que eles não fizeram esta conta tão simples, para explicar ao povo de Carajás e Tapajós a inviabilidade da proposta, uma vez que ela era contrária aos interesses da maioria do eleitorado do Pará?

Porque isso colocaria a nu sua incapacidade de ter pensado um projeto comum ao Pará.
Isto diz respeito a TODAS as administrações do estado nas últimas décadas.

O resultado são estas fraturas expostas.




A alma paraense em caquinhos.




Espelho estilhaçado em milhares de pedaços





Que vai pagar por toda esta dor?




sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Piada de índio, mineiro e baiano

Tava o índio deitado em sua rede na beira do rio, em um ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico, tinha comido seu pirão de açaí com camarão salgado. De repente, chega um mineiro junto com um baiano e dizem:
- Seu índio, com todo respeito à vós meRcê, e a toda sua famia, mas será que nhô índio pode desocuRpá a moita?
- Cumantão, sumano mineiro?
- Seguinte nhô índio, nós viemo se arranchar por aqui, quemá uns mato, plantá capim, fazê uns pasto, criar uns boi e precisamo fÓRmá gunverno só de nós pra nós meRmo. Nós qué, cum todo respetio, todim meRmo, que vos meRce, e toda sua indiarada véia indolente, se retire.
- Só isso, sumano minero?
- E o sumano baiano num qué nada, nadica, nadinha?
- Qué sim, meu príncipe, meu rei das selvas, queremos comer teu tuCUpi e que tu nem reclame, e não conte nada prá ninguém.
E o índio:
- Tá cheiroso!
- 55 + 55 é igual a 110, que em centímetros, é quanto mede a borduna. Em palmo são mais cinco. Vai encarar?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Justiça feita para Jáder. Que papo é esse Jáder?

Duela a quien duela, foi feito justiça, o caso Jáder, já estava virando palco para os exibicionismos midiáticos do ego de ébano de Joaquim Barbosa.
Além do que, foi dada uma oportunidade ao Supremo de, na Grande Zona de Brasília, também poder fazer a sua demonstração explicita de complacência, de "conversando a gente se entende".
Se era tão legal, tão transparente, o Direito de Jáder, por que isso só ficou evidente para o Presidente Peludo-Peloso-cabelo-cor-da-asa-da-graúna, depois que ele recebeu a comissão-pressão do caciques do PMDB?

A conversa teria sido tensa, argumentos éticos, jurídicos, políticos, ameaças veladas de retaliação, até que Renan Calheiros usou um argumento mortal:
- Presidente Peluso, o Presidente Sarney, pede que considere, que o Jáder é do nosso time, é homem que pinta o cabelo.

Jáder tem tudo para comemorar, mas no recente episódio da Divisão do Pará, seu comportamento de Grã-Tucano, senhor dos muros, das cercas e das divisórias foi deplorável.
Só cabem duas interpretações possíveis para essa atitude:
De repente, ele perdeu o senso crítico e ficou incapaz de perceber a inviabilidade técnica, econônica, fiscal, social deste retalhamento, de fazer um raciocínio que projetasse o futuro desses 3 estados nos próximos 20 anos?
O que aconteceria com o Pará remanescente?
A que futuro, mais deplorável ainda, condenaríamos Belém?
E Tapajós, teria capacidade de gerir o vasto teritório proposto?
Será que ele desconhece as obrigações fiscais que de imediato recairiam sobre cada novo estado. Que é impossível comparar a criação de novos estados na vigência da atual constituição, pela qual ele lutou bravamente, com aquela da criação de Tocantins?
Ou virou daqueles populistas basistas dos primórdios do PT: "temos que ouvir as bases, a verdade vem do povo", surdo/cego se o povo está sendo manipulado ou não. Processo no qual o líder não tem responsabilidade nenhuma, só a de abrir a porteira que a manada escolher.
Que o conhece sabe que é dificil acreditar nesta hipótese.

A segunda hipótese é que Jáder, é hoje um operador do período pós-política, apenas um Político S.A, desprovido de qualquer compromisso histórico, político, ideológico.
Escolheu o caminho que menos risco oferecia à holding.
O Pará, o povo, o bem comum, democracia, isso são conceitos do Iluminismo, do Pensamento Liberal...

Autor: desconhecido. Ref: Rola na Rede

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Querida, vamos lamber ferida !

Como disse o Governador Jatene, passado o dia do plebiscito, qualquer que fosse o resultado, o dia seguinte seria para lamber as feridas.Aqui.

HAJA LÍNGUA
Preocupa-me sobretudo os jovens, que com justa razão, percebem o desleixo como tem sido tratados, há décadas, aspirando melhor futuro acreditaram que a divisão do estado seria a solução, fizeram disso sua própria causa.
Subiram neste rabo de foguete como quem vai atrás de um sonho.

A desilusão do fracasso, as feridas, de que fala o governador, os traumas, as mágoas, as frustrações, o sentimento de traição, criará na sociedade paraense o sentimento de divisão, de diferença, de preconceito, de vencedores e vencidos que levantará barreiras e até movimentos de auto-exclusão.
Não mais o sentimento de unidade, mas antagonismo.
Pra começar
Quem vai colar
Os tais caquinhos
Do velho mundo
 
Pátrias, Famílias, Religiões
E preconceitos
Quebrou não tem mais jeito


O mau que estes desmatadores, incendiários, destruidores da floresta e da biodiversidade, tocaiadores de sindicalistas, de freira progressista, perseguidores dos sem-terra, assassinos de rios e igarapés, causaram na alma paraense terá consequências imprevisíveis.
São incalculáveis os custos psicossocias destas fraturas, da animosidade, do mal estar social, civilizacional, do sentimento de derrota, que acabarão por criar má vontade, que dificultarão as relações de trabalho, administrativas, e afetarão a felicidade geral das pessoas.

(Felicidade já não é mas artigo de luxo, a ONU já estuda como quantificar o índice de felicidade da população, além do seu PIB.)


Só quem não tem o menor senso de responsabilidade histórica e se deixa mover por delírios de grandeza, por interesses meramente pessoais, em estado de surto psicótico pode ter imaginado que uma proposta sem a menor consistência técnica, justificativa econômica, seria capaz de iludir a maioria do eleitorado paraense, que contra seus interesses, votaria a favor de conceder a uns poucos barões e seus capangas, novas capitanias hereditárias que pudessem ser loteadas e exploradas a bel prazer.

(Só a brincadeira do plebiscito já custou ao povo brasileiro R$ 14 milhões).

Por isso eu achava que o governador deveria entrar logo no debate, que combatesse logo, com os justos argumentos da razão esta falácia hipócrita, que não a deixasse progredir, que não permitisse que os sonhadores viajassem na maionese e se imaginassem neste futuro farto, sadio, venturoso.
A doença da esperança uma vez instalada é mais difícil de curá-la sem deixar sequelas.
A matemática do NÃO era exata, a legitimidade do governador para abortar a estultice, nas primeiras semanas de vida era o claro caminho da sabedoria.
Ingenuidade pensar que conciliaria, de cima do muro, na base dos beijinhos, e carinhos, sem ter fim,



os "intere$$es" desses "inimigos públicos" com os interesses estratégicos do povo, do governo e do "estado".
Quando, no meu entendimento, tarde demais, Simão desceu, foi recebido com cacetadas, bordunadas, chumbo grosso enfim, por seus "aliados" e integrantes de seu governo.
Agora, ele bem reconhece, sobrou pra ele, a triste missão de [ARGHH!!]:

LAMBER AS FERIDAS.

Mas, Simão ainda desceu, tarde, mas desceu.
Imperdoável o silêncio de Jáder, se postula ser o grande líder da política paraense da passagem do século 20-21, com a experiência acumulada pelos mandatos e cargos que ocupou, se se diz vítima de perseguição política por parte do STF, (no que tem razão) era o momento de honrar os mais de um milhão de votos que recebeu para representar, na Câmara Alta, esta integridade territorial e política que se chama Pará, tinha a obrigação de apontar, como condutor, o caminho da terra prometida, e não ficar escondido atrás da moita.

sábado, 10 de dezembro de 2011

O fim dos SIM-nicos

Vamos ao popular, acredito que um raciocínio muito rasteiro, deve ter amadurecido coletivamente, caiu a seguinte ficha:
Já temos ladrões demais pra sustentar, por que vamos aumentar nossa cota de sacrifício?
Isto começou a ficar evidente para da população dos aspirantes novos estados, quando viram que os proponentes do projeto e coordenadores da campanha, tinham nanicos currículos e alentadas folhas corridas.
Recente estudo de Manuel Castells, mostrou que na Europa a credibilidade dos políticos como agentes sociais, está geralmente abaixo da 10ª posição. No Br, o IBOPE confirmou esta tendência, a Polícia, violenta e corrupta, teve melhor desempenho que esta chusma.
Esqueceram os pró-homens, salvadores dos frascos e dos comprimidos largados nas barrancas dos rios e abandonados nos atoleiros das vicinais, dos processos que respondem, das cassações que sofreram, etc, etc, etc.
O argumento que usavam: vocês vão poder encontrar um deputado estadual em cada esquina, um federal em cada boteco, um senador em cada igreja/templo; despertou um sentimento muito humano, aquele expresso na famosa oração do traído(a): Senhor se eu for traído(a), que eu não saiba, se eu souber que eu não veja, etc.
Ou seja é preferível ser roubado pelo ladrão distante, do Belém, do que ver com os próprios olhos, que um dia esta maldita terra há de comer, o irmão da Igreja do Evangelho Redondo, que passava naquela bicicletinha ferrada, bíblia encebada debaixo do braço, agora, deputado federal, esnobando de Hilux, refrigerada, motorista, sonzão de gospel. Melhor não correr o risco de ver estas cenas.
Se a ocasião faz o ladrão, por que aumentar o número de ocasiões?
Outro erro fatal, dos SIM-nicos, pensaram, faremos uma grande campanha vamos ter o melhor entre os melhores, vamos ter o Duda Mão-de-onça, o magnífico, o mago, os três reis magos num só.
Mas o diabo é que a imagem do mago tá mais suja do que poleiro de urubu do Ver-o -peso, e em vez de ajudar só complicou. Associou o projeto com a malandragem nacional, com os bandidos federais, com os Mensalões.
Tiro mortal foi a entrada de José Dirceu, sonhado mandatos senatoriais, pensava que sua entrada carregaria o peso e a credibilidade de cacique do PT nacional, se Lula e um certo cardinalato PTista, sabem reconhecer seu pragmatismo, o papel que teve na contrução do projeto de ascensão do partido ao poder e, por isso, o preço amargo que pagou, para o público em geral, e para os grileiros e aventureiros que queriam declarar a República Livre de (qualquer controle) do Faroeste e Sul-Sudeste do Pará, o Dirceu era uma ameaça perigosíssima, pois poderosíssima. (Paulo Henrique Amorim, blogueiro amolecado à serviço dos lobbys do Zé, e sua presença no programa dos SIM-nicos, só confirma o que digo).
A loucura e os sonhos de grandeza transtornam, não seria propaganda miraculosa nem os lobbies poderosos, bastava a mais simples matemática para ver que o sim era inviável.
Os índios de Belém e tribos vizinhas, sendo maioria, teríamos que abrir mão de nossos futuros para esses caubois, incultos-bárbaros, safados e oportunistas.
Nós índios papaxibé nos propomos a chamar o povo destas regiões e CONSTRUIR UM GRÃO PARÁ COM ELES, índios daqui, com índios maranhenses, goianos, paranaenses, piauienses, gaúchos, mineiros, capixabas, paulistas, brancos, pretos, índios mesmo, sem mentiras, em um esforço que nunca foi feito.
QUANTO ORGULHO SER FILHO, TODOS AQUI NASCIDOS OU NÃO, TEREMOS DE VIVER NESTA TERRA.


P.S.: As pesquisas e o resultado do plebiscito mostraram que o sim, foi perdendo adeptos nas regiões que pretendiam se emancipar, o que confirma minha tese.

sábado, 26 de novembro de 2011

Pau comeu no lombo do Duda Mão de Onça

Efeito Datafolha?
Quem tuitou foi o Mauro Bonna:


Será que agora, ele sai?


Será que agora, ele sobe ?


Achou bom Caxambu?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Simão desceu


O Pará vive o maior desafio da sua história recente. No plebiscito do próximo dia 11 de dezembro, cada paraense, cada homem e cada mulher, terá a responsabilidade de dizer se quer o Pará unido ou dividido em três pedaços.

...
A insegurança é maior quando sabemos que o projeto de divisão em pauta não foi fruto de qualquer estudo prévio que procurasse definir o perfil de cada novo Estado. Quais os municípios que deveriam integrar esse ou aquele Estado para que se tivesse um melhor equilíbrio econômico, social e político, para que o povo fosse efetivamente beneficiado. Não, a população em todo esse processo, lamentavelmente, não teve seus interesses considerados. Foi apenas 'um detalhe'. 'Detalhe' que, agora, tem a responsabilidade de decidir diante de um 'prato feito', sem poder mudar mais nada.
Até que seja provado o contrário, os parcos estudos existentes não fundamentam uma proposta de divisão, quando muito tentam justificar, ou não, uma divisão baseada num elevado grau de aleatoriedade e subjetividade. E é neste cenário que, como governador, tenho que mediar interesses para que os problemas não se agravem.
Se o 'não' for vitorioso, teremos que buscar, todos juntos, cada vez mais, aproximar as regiões e fortalecer o que nos une, implantando novas formas de gestão territorial.
...
Por tudo isso, é preciso ter cuidado ao tratar dessa questão. A ética da responsabilidade me impõe deveres dos quais não posso me afastar. Entretanto, se a responsabilidade me aconselha isenção, (pelo contrário, a responsabilidade aconselha comprometimento) do mesmo modo, até por amor à nossa gente, me exige que alerte a todos sobre alguns riscos. ( por isso mesmo, o amor nunca é isento)
...
Sempre digo que o voto é tanto mais expressão democrática quanto mais as pessoas souberem sobre o que estão votando; caso contrário, ele pode se transformar no simples aval popular para interesses de alguns, chancela da vontade de grupos específicos.
Assim, não posso deixar de registrar a minha preocupação diante dos rumos da campanha, particularmente na televisão, onde salta aos olhos que o 'vale tudo' está em marcha. Falo, exemplificando, do esforço de tentarem destruir a autoestima do paraense e mostrar, como alternativa, que a simples divisão, automaticamente, trará ganhos financeiros aos três estados.
Ora, com todo o respeito que possa ter pelos que fazem tal afirmação, ela não tem qualquer fundamento técnico, como pretendem seus defensores. Pelo contrário. Se quanto à elevação das despesas a criação de novos estados não deixa dúvidas, quanto às receitas, pelo menos atualmente, qualquer prognóstico se faz sob enorme incerteza. 
...
Temos dificuldades, sim, mas quem não as tem? Historicamente, fomos usurpados de nossas riquezas sem que parte da classe política fosse capaz de se unir na defesa das mesmas. Por que jamais nos mobilizamos, efetivamente, para fazer com que a República compensasse o nosso Estado pela fantástica contribuição que sempre deu, e continua dando, para o desenvolvimento brasileiro? Quem tiver boas propostas que as apresente, mas não posso aceitar que, na tentativa de impor seus interesses, qualquer grupo fantasie a realidade e recorra a meias-verdades, levando a nossa população, sobretudo a mais simples, independente da região em que vive, a equívoco e frustração. Não posso aceitar que a luta pela divisão do território se transforme em divisão do nosso povo.
A Europa está cheia de exemplos em que as lutas religiosas, étnicas, deixaram feridas que não cicatrizam. Não podemos permitir que isso aconteça conosco. O Pará não merece isso. A nossa gente não merece.
No peito de cada paraense, esteja ele em Belém, Santarém, Marabá, Altamira, São Felix do Xingu, Chaves, ou em qualquer lugar, bate um coração generoso e vencedor, sempre aberto e disponível a ajudar a todos, até com as nossas riquezas e belezas. Por isso, basta que nos determinemos, individual e sobretudo coletivamente, que construiremos uma sociedade mais feliz.
Simão Jatene

Marquei de verde, meus comentários no que discordo do texto do governador. É o momento em que ele ainda vacila, fica no muro. Ele não foi eleito juiz. Foi eleito executivo, executor, ator, autor. Alguém que faz, que toma posição, agente de sua gente.
Em vermelho os melhores momentos de Jatene.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O Globo Economia: Se aprovado Carajás será o estado da Vale


Se aprovado em plebiscito, Carajás será o estado da Vale
SÃO PAULO - Se o plebiscito marcado para o dia 11 de dezembro aprovar a divisão do Pará em três estados — Tapajós, Carajás e novo Pará — um deles, Carajás, nascerá à sombra da companhia Vale. Com uma população de 1,6 milhão de habitantes, o novo estado herdará as principais reservas minerais da empresa, entre elas a maior mina de minério de ferro do mundo, localizada na cidade de Parauapebas.
Se criado, Carajás ocupará a porção Sudeste do atual estado do Pará e terá 39 municípios. Em pelo menos 29, a Vale está presente. A mineradora tem investido bilhões de dólares nessa região nos últimos anos. Só este ano, foram US$ 5,1 bilhões.

Leia no sitio original aqui.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Blog acerta: Dirceu de olho na divisão do Pará

Em 14 de julho, no post Dirceu de olho no lance confira.
Eu advertia os líderes da campanha divisionista, de não se fiarem tanto na rateio de cargos que já estavam fazendo: fulado governador, beltrano senador, prefeito da capital...
Outros interessados, por baixo dos panos, já se movimentavam, e relatei:


José Dirceu sabe, que mesmo absolvido do mensalão, terá dificuldade de se eleger por São Paulo, onde a grande mídia, sempre mais próxima do PSDB, o massacraria e, ainda que com muita grana poderia correr risco de não se eleger deputado federal.
É por isso que Dirceu tá de olho no lance, na separação do Pará, quer entrar como um azarão no páreo: o PT nacional apoiaria a divisão do Pará, mas uma vaga de senador do novo estado de Carajás seria dele. Eleito representaria os interesses do governo federal, nem sempre coincidentes com os da região onde teria residência apenas fictícia.
No dia 2 de agosto voltei ao assunto em: O eixo do mau contra o Pará, quando além do Zé incluí outros saltimbancos, entre os quais Lulinha. Aqui.


Agora, o soldado dos interesses da Avenida Paulista, no seu Blog do Zé defende bem claramente a redivisão territorial:
Começa por um ato falho comenta que a pesquisa do DataFolha (58% contra a divisão e 33% a favor) traz justificados argumentos e razões para uma reflexão de nossa parte - de nós, políticos, e da população paraense - sobre a criação de mais duas unidades federativas no país.
O que ele quer dizer colocando nesta ordem é: o problema é de interesse em primeiro lugar de nós políticos, que temos que abrir os olhos, serão novas oportunidades de negócios, novos mandatos senatoriais, governamentais, consultorias (isso é com ele mesmo) para implantar novas estruturas administrativas, etc, ....depois da população paraense.
Mais adiante:
.. não há dúvidas de que como está hoje o Estado do Pará, não se consegue atender satisfatoriamente (eu não diria governar) as regiões que o compõem os prováveis - ou não - futuros Estados, Tapajós e Carajás.
Pena que durante os 4 anos do Governo do PT, a turma do Dirceu não tivesse vindo aqui, com toda determinação possível, ajudar o governo dos companheiros atender mais satisfatoriamente estas regiões.
O tratamento do PT nacional, foi da mesma intensidade do recebido pela Estado pela: Arena, PMDB, PSDB.
O texto do Dirceu é descaradamente uma peça de propaganda a favor do novo estado.


Está de acordo com a estratégia de seu amigo Duda Mão-de-Onça, se lembram, foi ele que levou o Malufista para a campanha Lula Paz e Amor.


P.S.: Como o resultado 58x33 contra a divisão, poderia desestimular financistas, Zé adverte: mas tenhamos cuidado, porque a pesquisa ainda não traz os resultados, o reflexo do horário eleitoral gratuito sobre a opinião dos paraenses relativa à divisão, já que a propaganda começou nesta 6ª feira (11/11/11).

domingo, 6 de novembro de 2011

Ô Simão, desce daí mermão!

Se o Governador, já sabe do resultado pelas pesquisas que dispõe, por que tanta encenação?

Muito melhor do que lamber as feridas no dia seguinte (ARGH !) é prevenir a ressaca, tomando um Engove antes.
O Engove é, assumir claramente o dever de dizer o que é melhor, mais justo, mais sustentável, mais viável para o Pará.
ELE VAI DIZER.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Duda Mendonça e as regras de ouro de Hitler



Trechos em que Hitler fala sobre propaganda política e algumas maneiras de manipular as massas. 


Na campanha para o esquartejamento do Pará, Duda Mão-de-Onça mostra como Hitler ainda é o principal modelo inspirador da proganda política no Brasil.

Vejamos:

1. A propaganda deve ser popular
A quem a propaganda precisa ser dirigida? Aos intelectuais ou às massas sensibilizadas? Na minha opinião, ela deve se dirigir somente às massas... A propaganda deve ser popular, isto é, desenvolvida a um nível de compreensão de maneira a ser acolhida pelos mais humildes daqueles a quem se dirige. Conseqüentemente, seu nível espiritual será tão menos elevado quanto maior for a massa que se quer envolver'


2. Encontrar o caminho do coração das grandes massas
A arte da propaganda baseia-se em uma técnica fundamental: encontrar o caminho do coração das grandes massas, compreender e exprimir seu mundo, representar seus sentimentos... O modo de sentir do povo não é tortuoso, mas simples e elementar. Faltam neste delicadas nuances ou articulações complexas, o esquema de interpretação do mundo só tem dois pólos: positivo ou negativo, verdadeiro ou falso, justo ou injusto, bem ou mal.

Ter a influência do patrão
A massa é como as mulheres influenciada por sentimental nostalgia.

3. Exercitar a influência do patrão
A massa é como as mulheres: sua sensibilidade não é influenciada por argumentos de natureza abstrata, mas antes por uma vaga e sentimental nostalgia por algo forte que as complete; deste modo, estão muito mais dispostas a enfrentar a violência do forte do que exercê-la sobre o fraco. Assim a massa se verga mais facilmente diante da violência do patrão do que diante dos pedidos do pregador.


4. Calcular com precisão as fraquezas humanas
É necessário conquistar com astúcia e prudência uma posição após a outra. Todos os meios são válidos, das chantagens secretas aos próprios roubos... Trata-se de saber calcular com precisão as fraquezas humanas: esta tática levará sempre à vitória, até o momento em que o adversário não estiver mais em condições de responder com as mesmas armas venenosas.

Duda na Comissão Parlamentar de Inquérito
Hitler no Parlamento

5. Entregar-se às grandes mentiras
Pode ser que o povo seja corrupto, até as mais recônditas entranhas de seu sentimento, mas jamais ele é conscientemente mau. É portanto muito mias fácil envolvê-lo numa grande mentira do que numa pequena, justamente pela simplicidade de seu modo de mentir.
De fato, também a massa é freqüentemente mentirosa nas pequenas coisas, mas certamente se envergonharia em sê-lo nas importantes. Se a mentira for de proporções exageradas, nem passará pelas cabeças das pessoas ser possível arquitetar uma tão profunda falsificação da verdade...

Pouquíssimos pontos.
Os pontos eu conto na mão.
6. Limitar-se a pouquíssimos pontos
As grandes massas têm uma capacidade de recepção muito limitada, uma inteligência modesta, uma memória fraca. Para que uma propaganda seja eficiente, deve basear-se, pois, sobre pouquíssimos pontos, repetidos incessantemente, até o homem mais rude ser induzido e repeti-los continuamente a fim de imprimi-los no íntimo de sua consciência inocente.




7. Mostrar que o inimigo é sempre o mesmo
É dever do líder político mostrar que mesmo os mais diversos inimigos pertencem a uma única categoria: individualizar mais de um adversário pode, de fato, provocar nas massas, inseguras e perplexas, discussões e dúvidas sobre a justeza de seu direito... não se deve hesitar em desencadear sobre o adversário um fogo contínuo de mentiras e calúnias, até provocar um estado de histeria coletivo: neste ponto, para obter de novo a paz, O POVO ESTARÁ DISPOSTO A SACRIFICAR A VÍTIMA ESCOLHIDA.
O ESTADO DO PARÁ

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Os mornos eu os vomitarei

Morno não é quente, nem é frio.
É quem está em cima do muro.
Não se manifesta, se é a favor, ou contra o esquartejamento do Pará.
Vejam o que vai acontecer com estes santos-de-pau-oco.


Ou leia o Apocalipse 3:15,16.
"Conheço as tuas ações, que não és nem frio nem quente. Quisera eu que fosses frio ou quente. Assim, porque és morno, e não és nem quente nem frio, vou vomitar-te da minha boca.”

sábado, 22 de outubro de 2011

Gratifica-se quem souber do paradeiro de R$5.000.000,00


Quem der indicação segura de onde anda o dinheiro voador, poderá receber a gratificação em:
Gado em pé ou deitado.
Fazendas invadidas pelo MST.
Madeira apreendida pelo IBAMA.
Terras confiscadas para Reforma Agrária por prática de trabalho escravo.
Ou ainda garantia de candidatura para deputado no possível novo estado, mas como a situação está se complicando, para vereador nos atuais municípios.
Além do mais, já garantem aos que, inadvertidamente tenham se esquecido dos cinquinho em alguma conta, 100 anos de perdão.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O Governador do Pará tem legitimidade e o dever de entrar na campanha


A campanha pela divisão do Estado do Pará teria legitimidade se, progressivamente nas eleições para governador os eleitores dos municípios divisionistas não votassem para governador votando apenas em candidatos locais para deputado federal e estadual.
Milhares de votos camarão (aqueles que só se aproveita o corpo e joga fora a cabeça).
Isso seria um recado direto, um desprezo, uma contestaçao, à liderança política de Belém.
Isso nunca aconteceu. Disputa-se aciradamente o governo do estado e a eleição polariza-se nestes candidatos. Jatene e Ana Júlia disputaram a eleição e o tema da divisão não foi debatido, inclusive os atuais patronos da divisão estavam nos palanque de um, ou no outro.
Jetene e Ana Júlia foram mais votados do que os deputados federais e estaduais.
Logo isso é mais uma mostra a ilegitimidade e o oportunismo da campanha.
Além do que, para o Governador do PSDB a divisão contraria teses importantes de seu partido:
1- Responsabilidade fiscal, os novos estados serão deficitários. Lei de Responsabilidade Fiscal foi uma conquista tucana, o PT combateu arduamente no Congresso.
2- Aumento da máquina pública, diretamente ligada à primeira, os novos estados vão aumentar o peso da máquina pública nas despesas nacionais, onde hoje há uma Assembléia Legislativa, um Tribunal de Justiça, de Contas, Secretarias, Polícias, tudo teria que ser multiplicado por três.
3- Novos estados estimulam seus dirigentes a buscar investimentos para contruir edifícios administratívos, quando não em criar novas capitais, deixando em um plano secundário, investimentes em saúde, saneamento, básico e educação, o que se demonstra socialmente injusto e políticamente incorreto. A introducao do ideario Politicamente Correto ocorreu durante o governo do Sociologo FHC.
O governador Jatene não tem porque continuar refém destas ideias sem fundamento.
Sabesse que os ânimos entre os divisionistas anda meio precisando de doses reforçadas de catuaba, gemada de ovo de codorna, etc.
No momento são maiores as tendência do não.
Mas o payassu desta terra tem que falar claramente, tem que explicar o que é melhor para o Pará e porque.
Ele vai falar.
Senão a História não o absolverá.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

PDT de Giovani: hay gobierno soy a favor!

Ou, mamando a vida vou levando...



Em 1989, no segundo turno entre Collor e Lula, o velho Briza mandou engolir o Sapo Barbudo.
Aqui, o PDT, ruralista desde pequenininho, (Cruz credo, Deus me livre, Satanás), junto com o PFL, continuou engordando seus boizinhos.
Reeleição de FHC 1988, Brizola vice de Lula, Almir Gabriel buiado, Jader sem chance, sozinho, o PDT segue a manada. Vai gostar de boi assim no sul do Pará.
Sucessão de FHC em 2002, PDT  vice na chapa de Ciro Gomes, lei da verticalização das coligações eleitorais, Giovanni Queiroz, vice de Hildegardo. Ciro tropeça em sua incontinência verbal, despenca, pedetistas conspiram com Jader apoio à Ademir.
Segundo turno, Lula na frente, de dia são Maria, de noite são Simão.
Simão eleito, o espírito republicano, a governabilidade acima dos mesquinhos interesses partidários, na prática: quantas secretarias? Quantos assessores? Quantas nomeações?
Em 2006, Lula e Serra, PDT com Lula. Ana e Almir, e o PDT? No muro que é o melhor lugar para se encontrar com tucano.
Ana Júlia vence, de novo o espírito republicano, a governabilidade acima dos mesquinhos interesses partidários, na prática: quantas secretarias? Quantos assessores? Quantas nomeações?
Na última eleição Jatene venceu, o republicanismo...., a governabilidade...., quanto...., quantas...?

O único compromisso de certos grupos partidários é com sua auto reprodução, não conseguem sobreviver longe das tetas do estado.


Hoje, hipócritas, falam de ausência de Estado.
Como?
Se eles sempre foram Estado, acólitos de qualquer governos de plantão, nunca foram oposição, o que falta é vergonha na cara para irem para a oposição e denunciarem o MUITO que realmente falta.

P.S: Para ser justo, os mocinhos do bando do Lira Maia, não podem ser acusados desta senvergonice.