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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

GOLPES DEMOCRÁTICOS

Desde que entrou em vigor essa nova modalidade de golpe de estado, o GOLPE DEMOCRÁTICO, a "parlamentada".

Um pergunta não me sai da cabeça, será que paraguaios e hondurenhos (caso Zelaya) não estão nos plagiando? Será que até golpe no Paraguai é cópia?
Com tudo respeito às jornadas cívicas do "Fora Collor", se a grande imprensa, a elite financista e ranca paulistana não tivesse entrado no barco, será que o impeachment collaria?

Collor via PC Faria quis estabelecer um novo pacto, nova tabela, novas taxas, valores mais altos de pedágio.

A Avenida Paulista não aceitou a jogada do Caçador de Marajás.

A Economia não melhorava os apelos dramáticos: não me deixem só, não fizeram efeito, "democraticamente" e com emoção cívica, o povo unido fez história e Fernandinho dançou.
Anos depois, outra tentativa de "golpe democrático", Roberto Jeferson, um grande ator, sob as bençãos dos mesmos senhores tentou de novo.
Lula balançou, quase caiu, a situação econômica via resdistribuiçã de renda, (bolsas e aumento real do salário mínimo) mantiveram a popularidade do outro nordestino e ele conseguiu se segurar no galho da roseira.
Este outro "golpe" esta tendo este fim melancólico com o julgamento dos mensaleiros "opercionais, "técnicos" "de baixo" no Supremo, mas isto não vai mudar nada. Justiçar gatunos não fazia parte dos planos dos telegolpistas -o crime de corrupção anda mesmo muito desmoralizado- o que eles queriam mesmo, acabar com o Lula, não conseguiram.
É lógico que o PT caiu do altar na latrina comum: políticos são todos iguais, o poder corrempe, se queres conhcer o vilão coloca-lhe um cetro na mão.
Enquanto as faixas de renda C,D e E continuarem a ter esperança, uns planejando trocar o celular por um "ismartefone" com internet, outros com a garantia do cervejão pra animar a laje no fim de semana e se a canoa não virar, Dilmão rumo à reeleição leva o barco de vagar.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Boni o bem sucedido homem de cabelo pintado de 2011

Eles foram o sucesso de 2011.
Agora estão um pouco recuados.
Talvez intimidados pelos:
HOMENS QUE IMPLANTAM CABELO.
Mas vale a pena trazê-los de novo à ribalta, com um caso exemplar.
Ele é um sucesso, ele já foi um dos homens mais influentes do Brasil.
Ele foi protagonista da eleição de Collor.
Ele é o José Bonifúcio de Oliveira Sobrinho, 77 primaveras no lombo e este rostinho de 107.
O famoso Boni da Globo, aquele que editou o debate Lula X Collor enfatizando os piores momentos do operário-candidato e os melhores do Caçador de Marajás.
Anos depois ele deu uma nova versão dos fatos, tasca a culpa no velho Roberto Marinho, que da tumba não pode se defender.
O Collorido desmentiu.
Que raça, hein?