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sábado, 6 de outubro de 2012

É SÓ UM PALPITE: EDMILSON DANÇOU

Antes, uma história de Belém anos 1950.

Ele queria ser bailarino, ator, spala de orquestra ainda vá lá, mas a mãe foi inflexível:
- Vai ser médico conforme prometi a seu pai!
Foram anos de padecimento até a formatura no Teatro da Paz. Dia seguinte da colação já estava empregado na Santa Casa, um horror, aqueles porões fétidos, aqueles corredores intermináveis e escuros. Logo ele que tinha medo de alma.
Tempos depois uma surpresa, a mãe convidou-o para comprar novos fatos na João Alfredo (essas roupas brancas tão sem graça!) mas, em vez do alfaiate, abriu-lhe a porta de um consultório todo equipado, até atendente vestida de enfermeira, uma senhora de meia-idade para previnir tentações e intimidades.
A fama do doutorzinho correu pelos campos de Cachoeira e de lá pelos gerais do Marajó. E não tinha velho fazendeiro ou viúva de, que não viesse resmungar suas mazelas aos seus ouvidos.

Cada vez que a atendende anunciava um nome daqueles com muitas cabeças correndo no pasto, ele sentia um tremor. Não tinha sido aplicado, passava só na rabeira, as vezes pela interferência da mãe que cultivara muito bem a memória do finado coronel marajoara. Sua fama decoria mais do explendor do consultório, que além de sala de espera, tinha a sala de atendimento, sala de exame, e a sala de diagnóstico. Tinha quem inventasse doença só para conhecer seus esplendores, coisa de cinema.

Feita a anamnese, o momento do diagnótico uma tortura renovada. Saia da sala, consultava os livros, comparava os sintomas, fazia novas perguntas.
Finalmente arriscava e receitava algum placebo. Como a clientela pouco se importava com as receitas, queria mesmo era ver o consultório mandado vir de Paris, nem aviavam a receita.

Mas um dia o filho de um vaqueiro brabo, daqueles que derruba boi a unha e tem a alma tão dura quanto a própria vida que leva, apareceu com mal estranho:
-É maleita.
-É sezão.
-É quebranto!
-É paludismo!
-É mau olhado!
Chamaram as benzedeiras.
Chamaram as rezadeiras.
O menino só amofinava.

Foi aí que não se sabe da cabeça de quem saiu a ideia de vir para Belém consultar o doutorzinho.
Assim se fez, o pai a mãe e o menino atravessaram as infernais agonias da baía do Marajó. Desembarcam no Ver-o-Peso, rumam pra João Alfredo. Sobem sofregos e suados e ainda mareados as escadas de pau-amarelo e acapú e pedem uma consulta.

Minutos depois são levados à sala de atendimento onde o doutorzinho, em um fato de linho irlandês impecavelmente branco, os recebeu.
Estavam afogueados, cansados de tantas noites mal dormidas, mais aquela travessia infernal, entrar naquele mundo de espelhos e cristais era como um rapto, uma abdução. Ficaram mais confusos.
O menino ardia em febre e tremia calafrios tremendos, a pele pálida como uma vela.
O vaqueiro brabo, que deruba boi a unha e tinha a alma tão dura como a própria vida que leva, espantado naquele ambiente Caffè della Paix, formalizou-se e falou:
Doutorzinho, salve meu filho!
Doutorzinho pediu que a atendente de meia-idade que os levasse até a sala de exame, medio a temperatura:
- 41ºde febre, anote no prontuário.
Neste momento o menino teve uma crise de calafrios que quase cai no chão não fosse a prota intervenção da mãe.
-Ele é sempre desta cor?
-Não doutorzinho ele é moreno que nem nós, ele ficou pálido assim desde que adoeceu.
-Anote tez empalidecida.
Depois pegou a ficha e foi viver seu repetido tormento: dar o diagnóstico. Consultou livros, manuais de doenças tropicais, tudo leva a crer, era evidente, mas a tormenta da dúvida não lhe deixava. E se o menino morrer? E se o pai vier se vingar? E se o menino vier fazer de noite visagem? Consultou de novo todos os livros, os sintomas conferiam, não era possível que não fosse.

Ordenou à atendente de meia-idade que os conduzisse à sala de diagnóstico e partiu decidido:
- Eu tenho um palpite que que é malária
- Doutorzinho, paltite tenho eu que sou vaqueiro, o senhor tem que ter certeza.

Tudo isso pra dizer que eu tenho um palpite que se o Edmilson não ganhar no primeiro turno ele não voltará a subir as escadarias do palacete azul, como se dizia no tempo em que esta história aconteceu.

Ele ganhará uma parcela dos votos do Alfredo. Não creio que o PT o apoie formalmente, vai ficar na dele.

Enquanto o seu adversário, Zenaldo ou, estatisticamente ainda, Priante receberão os votos e o apoio de todos os demais, pois são todos da base do governo estadual.

Quem quiser diagnóstico, e não palpite, faça as contas.

domingo, 23 de setembro de 2012

Barbosa para presidentee, Palácios para profeta

Como estamos sempre esperando por um Salvador da Pátria (Dom Pedro I, Getúlio Vargas, Prestes, Jango, os Militares, Lula...) agora já estão lançando a candidatura de Joaquim Barbosa a Presidente da República e Salvador da Pátria.

Esta é a prova maior de que, quando queremos, tudo podemos.
Um Grande exemplo de dignidade e honradez.
Ex faxineiro...ele limpava banheiros no TRE do DF.
Filho de uma dona-de-Casa e de um pedreiro...
Dividia o tempo entre OS bancos escolares e a faxina no
TRE do Distrito Federal.
Apaixonado por línguas. Um dia, o mineiro, na certeza
DA solidão, cantava uma canção em inglês enquanto limpava o
Banheiro do TRE. Naquele momento, um diretor do tribunal
Entrou e achou curioso uma pessoa DA faxina ter fluência
Em outro idioma.
A estranheza se transformou em admiração e, na prática, abriu caminho
Para outras funções. É fluente em francês, inglês, alemão e
Espanhol.
Formou-se em Direito pela UNB, sendo a época o único
Negro DA faculdade. Passou nos concursos de: Oficial DA Chancelaria,
Advogado do Serviço Federal, Procurador DA República,
Professor DA Universidade do Rio de Janeiro. Ah, ele
Toca piano e violino desde OS 16 anos de idade. Então,
tá!


Certamente entrou na faculdade por mérito próprio, não precisou utilizar das cotas para negros.

Totalmente clonado de um email do Marcos Palácios, meu gurú do ciberespaço.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

GOLPES DEMOCRÁTICOS

Desde que entrou em vigor essa nova modalidade de golpe de estado, o GOLPE DEMOCRÁTICO, a "parlamentada".

Um pergunta não me sai da cabeça, será que paraguaios e hondurenhos (caso Zelaya) não estão nos plagiando? Será que até golpe no Paraguai é cópia?
Com tudo respeito às jornadas cívicas do "Fora Collor", se a grande imprensa, a elite financista e ranca paulistana não tivesse entrado no barco, será que o impeachment collaria?

Collor via PC Faria quis estabelecer um novo pacto, nova tabela, novas taxas, valores mais altos de pedágio.

A Avenida Paulista não aceitou a jogada do Caçador de Marajás.

A Economia não melhorava os apelos dramáticos: não me deixem só, não fizeram efeito, "democraticamente" e com emoção cívica, o povo unido fez história e Fernandinho dançou.
Anos depois, outra tentativa de "golpe democrático", Roberto Jeferson, um grande ator, sob as bençãos dos mesmos senhores tentou de novo.
Lula balançou, quase caiu, a situação econômica via resdistribuiçã de renda, (bolsas e aumento real do salário mínimo) mantiveram a popularidade do outro nordestino e ele conseguiu se segurar no galho da roseira.
Este outro "golpe" esta tendo este fim melancólico com o julgamento dos mensaleiros "opercionais, "técnicos" "de baixo" no Supremo, mas isto não vai mudar nada. Justiçar gatunos não fazia parte dos planos dos telegolpistas -o crime de corrupção anda mesmo muito desmoralizado- o que eles queriam mesmo, acabar com o Lula, não conseguiram.
É lógico que o PT caiu do altar na latrina comum: políticos são todos iguais, o poder corrempe, se queres conhcer o vilão coloca-lhe um cetro na mão.
Enquanto as faixas de renda C,D e E continuarem a ter esperança, uns planejando trocar o celular por um "ismartefone" com internet, outros com a garantia do cervejão pra animar a laje no fim de semana e se a canoa não virar, Dilmão rumo à reeleição leva o barco de vagar.

sábado, 7 de julho de 2012

BELÉM: SOMOS VÍTIMAS DO ALTÍSSIMO

Por não ter um Plano Estratégico, levando nossos sonhos e necessidades para o futuro, somos vítimas do ALTÍSSIMO.
Do ALTÍSSIMO poder de Brasília.
O NEGÓGIO funciona assim:
Assessores parlamentares, lobbistas de BSB, consultorias, sabem que existe um programa de financiamento para determinada área e oferecem para os estados ou municípios com garantia de aprovação mediante pagamento da transação, tudo incluso, do projeto, à propina.
Entram em ação as consultorias e os projetos são montados na base do recorta e cola: Ctrl C e Ctrl V.
Sem consistência alguma.
Sem pespectiva de ser intervenção reestruturante.
Caem de paraquedas na cabeça da cidade!
Foi assim com o projeto Via dos Mercadores do qual o Bondinho é apenas êxtase final. O restauro do Mercado de Carne, tinha o dinheiro para a prefeitura de Belém fazer alguma obra, desde o tempo Lula-Edimilson e caiu de graça nos bolsos da turma do D2, que pagou tudo direitinho.
Tem um programa para saneamento de áreas alagadas com habitação sub-normal:
- Beleza, vamo levá prá Belém!
- Onde vamo implantá, Icoaraci, Coqueiro?
- Não, fica mais bunito se fô alí nas marge do Guamá.
E assim surgiu a Nova Orla que enrola mais do que resolve.
É um Cartão Postal, o novo cartão postal.
O metro quadrado mais caro de cartão postal, toneladas cúbicas de aterro, por umas quadras de esporte e uma VIA que VAI daqui pra alí e não resolveu nenhum problema estrutural dos moradores do Jurunas, mas agora "pronta" vai permitir que os condomínios dos ome que arranjaro a boca pro perfeito possam crescer e se multiplicar.
Bem, vai fornecer imagens para salvar a imagem do dono na campanha eleitoral.
O BRT(Brasília Resolve Tudo) já tem na sigla a alma do negócio.
Mn
Conclusão:
Enquanto não soubermos o que queremos ser, para onde ir, Brasília vai mandando ver e muitos lucrando com nossa INGUINORANÇA.
No Planalto e na Planície.
Mas nem sempre foi assim....
Depois eu conto.

domingo, 1 de julho de 2012

Bondinho e BRT

O bondinho do Edmilson

E o BRT do DuCioMerda

São dois passos errados em direções opostas:

Um se vestiu de passado...

O outro se fantaZiou de futuro.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

A deusa DILMA desceu à mansão dos PorCos

A presidentE Dilma tem demontrado corragem e senso de oportunidade, aproveita as altas taxas de popularidade para cumprir agendas que os marmanjos, à direita da foto abaixo, não tiveram coragem de mexer.

Reforma da aposentadoria do funcionalismo público, a partir de agora para se aposentar com vencimentos integrais terão que pagar contribuição extra.
Etc, etc, etc.
Porém, seu ato mais admirável foi intalar a Comissão da Verdade para apurar violações dos Direitos Humanos durante a Ditadura.
SEM ISSO ficávamos envergonhados perante nossos vizinhos do continente: Argentina, Uruguai, Chile...
COM ISSO podemos cobrar dos países que conosco dividem o espaço cultural da Civilização Cristã Ocidental, e que adoram nos dar lições de moral, que se apure os crimes de grerra praticados por eles ou pela OTAN, seu braço armado: as atrocidades cometidas em Gantânamo, o genocídio permitido na Bósnia, quotidiano em Gaza, etc, etc, etc.

Dilma chorou, e não era para menos, sabe quanto custa construir a DEMOCRACIA nesses tempos de crise, quando o Capital Financeiro em apuros, obriga muitos governos/países, que se colocavam como defensores desses princípios, a os abandonar.

Eu me sentí orgulhoso da PresidentE de meu país, o que, convenhamos, no cenário internacional, é difícil.

As imagens da PresidentE durona-chorona ainda estavam sendo festejadas na minha retina, quando de repente, não a "Lady in Red" habitual, mas vestida e com voz marron, a presidentA lê o discurso de seus assessores políticos:

Quero cumprimentar o prefeito de Belém, Duciomar Costa

porque os projetos que foram aqui apresentados,

são projetos de qualidade, projetos consistentes.

Tudo é consistente, PresidentE!
Os projetos do Ducioma COSTA:

são uma BOSTA.

Têm a consistência, a aparência e a odorecência, peculiar.

Os projetos do BRT, por mais que insistam, não existem, não resistem a menor análise de CONSISTÊNCIA técnica.

Por que a presidentA tem que entrar, pelas portas dos fundos, na campanha de prefeito de Belém?

Será que ela quer ser a segunda mãe do mostruoso, clique para saber Dudussauro Safadissimus, aquele que até agora tinha dois pais e UMAMÃE?

O tempo da política na era bio-eletrônica é mais rápido que o de Cronos, em uma samana, a Deusa Grega da Democracia caiu do pedestal no chiqueiro dos porcos.

sábado, 5 de maio de 2012

Jordy ganhou atestado de bons princípios

A bandidagem quer fazer de Arnaldo Jordy Figueiredo um dos seus.
Ao dar publicidade à irresponsavel conversa telefônica do meu amigo de fé, irmão, camarada, apesar de não sermos mais do mesmo partido -já me desliguei ideológica e politicamente do PPS- os manipuladores da opinião pública o querem emporcalhar por delito moral, mas também explorar o sentimento religioso dos incautos.

Lembro a estes moralistas, zelosos do melhor dos ensinamentos cristãos que
ROUBAR É PECADO MORTAL.

E que, no campo dos costumes sexuais, de acordo com a ortodoxia católica usar camisinha é proibido. Pílula anti-concepcional, do dia seguinte, DIU, nem pensar.
Divorciado, mesmo em união estável, vive em ADULTÉRIO.

Tem mas, é pecado mortal, DESEJAR a mulher do próximo.

Comê-la, então, usando camisinha, ela tomando pílula...

Chega de hipocrisia, não metam sexo no meio, neste campo da vida humana é muito difícil florecerem "lírios mimosos". Exemplo mais doloroso, que o da própria Igreja Católica, talvez a instituição que de forma mais severa e totalizante tentou controlar a vida sexual de seus seguidores, agora exposta em infindáveis escândalos cuja origem está na própria constituição humana.

ATIRE A PRIMEIRA PEDRA !

Não é por ser amigo do Arnaldo, que, para mim, deve ser criticado por LESEIRA de ter se metido com senhora de tão elevados princípios sem os devidos cuidados e depois ter mantido com a nobre e bem intencionada criatura tal diálogo por celular.
Porém, quem fizer uma análise objetiva do conteúdo da conversa, concluirá:

O JORDY, MESMO EM SITUAÇÃO LIMITE, MANTÉM A ÉTICA, A DIGNIDADE E A COMPOSTURA.

Nos coloquemos como vítimas dessas abomináveis práticas de invasão de privacidade, quantos de nós, em situação limite, repito, se comportaria com tal equilíbrio, serenidade, educação? Manteria a conversa pautada em princípios, não escorregaria para a baixaria, para o palavrão?
A causa já estava perdida. Ele já estava lascado.

Pode ser que neste porco mundo de publicitários, pesquisas de opinião, imagem o episódio seja o alibi que precisava Jatene para se desvencilhar de uns de tantos compromissos assumidos de apoiar para a prefeitura de Belém (Jordy, Zenaldo, Priante):
- Caboclo, tu te queimaste, não vai dar prá ti desta vez.

Será que minha amizade, apesar das discordâncias políticas, está me cegando?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A posição BassaK

Perguntaram para o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, qual era a posição ideológica PSD, o novo partido, que ele está fundando.
Respondeu:

Não é de esquerda.

Não é de direita.

Nem de centro.

Nada mais verdadeiro!

É um partido que, sempre quer estar por cima...

da carne seca.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Programa de reposição de neurônios

Já que a imprensa nacional insiste, com ataques contínuos tentar paralisar os neurônios, da já combalida inteligência nacional.
O blog vai iniciar um programa de reposição neuronial, que consiste em reanimar neurônios atingidos pelas ondas magnéticas dos noticiários de TV e agora pelos grandes portais da Web.
Seguindo os tutorias os neurônios vão, como que, sendo submetidos a uma respiração boca a boca e lentamente voltam à atividade.
Em breve estaremos atendendo a todos os planos de saúde.

Tutorial 1

Vamos analisar esta foto de um jornal que se auto-considera pilar da democracia brasileira: O Estadão.

Primeiro para um jornal que opera na legalidade vigente, Jader é o senador Jader Barbalho e não "ficha suja Jader Barbalho".
Ou eles já querem, mais uma vez, como fizeram em 64 apoiar os que golpearam o Estado de Direito?

Depois: "o parlamentar "só" conseguiu garantir o cargo depois que o Supremo permitiu que ele assumisse a vaga."
A manifestação do Supremo não pode ser desqualificada com "só". É a mais qualificada, a última, definitiva, inapelável, pois emanada da instância Suprema. E esta intância não permite, determina.

Outro fator que os saqueadores de neurônios quiseram impor como fator fundamental, aquele que mostraria o apetite insaciável de Jader por dinheiro, foi o fato de que tomando posse imediatamente, ele faturaria R$ 26.000,00.
Qualquer diretor, executivo bem posicionado destas grandes redes de comunicação, ou de qualquer grupo econômico médio sabe que R$ 26 mil é mereca, tanto para eles como para o Jader, ou para qualquer politico bem posicionado em BSB.
Não dá pra comprar nem um Mille Zero.
Isso é explorado por mero sensacionalismo.
Os senhores da mídia sabem o que significa, para os interesses que Jader representa, (aqui interesses não tem nada de pejorativo, é objetivo, é cru, é político), ficar pendurado no pincel um ano, ser um zumbi, uma indefinição, logo agora, no fim do ano, quando se discutirá a reforma ministerial. Até a deprimida Cristina Lobo e Merdal Peideira sabem, certas coisas não tem preço. R$26.000,00 isso é gorjeta.
Periferia, para comprender a Política temos que superar nossos parâmetros.
Isto são fogos de artificios para desviar a atenção de toda essa "imbecilidade que reina no Brasil" como já advertia, em 1968, Caetano Veloso quando foi vaiado no Teatro da PUC de SP.

O outro espetáculo "sem noção" criado por "essa" impressa foi "o filho do jader".

Se fosse um menino "normal", já teriam aparecido associações de defesa dos direitos das crianças para defender a privacidade do garoto, promotores da infância e juventude já estariam interpelando os jornais por exporem a imagem do menor, o que poderá trazer danos irreparáveis à sua formação.
Mas ao filho do Jader não se aplica o Estatuto da Criança e do Adolecente. Ele não tem tais direitos, ele é filho do cara eleito pela midia nacional como paradigma do político corrupto, para, sobre ele, lançar todas as atenções, enquanto os outros, com rabos do mesmo tamanho, ou maiores, possam passear sem chamar atenção.
E os tolos compareceram aos borbotões:

Mas ainda bem que na Rede tem gente bem humorada, que esculhabou a guerra com baladeira e o "menino maluquinho" virou herói.

Pergunta final:
Qual a diferença entre o Estadão e Caras?
Caras mostra mais bundas e mente menos.

Mas deixa eu ir que a outra rede esta me esperando, e, daqui a pouco, alguém vai dizer que eu virei jaderista.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Querida, vamos lamber ferida !

Como disse o Governador Jatene, passado o dia do plebiscito, qualquer que fosse o resultado, o dia seguinte seria para lamber as feridas.Aqui.

HAJA LÍNGUA
Preocupa-me sobretudo os jovens, que com justa razão, percebem o desleixo como tem sido tratados, há décadas, aspirando melhor futuro acreditaram que a divisão do estado seria a solução, fizeram disso sua própria causa.
Subiram neste rabo de foguete como quem vai atrás de um sonho.

A desilusão do fracasso, as feridas, de que fala o governador, os traumas, as mágoas, as frustrações, o sentimento de traição, criará na sociedade paraense o sentimento de divisão, de diferença, de preconceito, de vencedores e vencidos que levantará barreiras e até movimentos de auto-exclusão.
Não mais o sentimento de unidade, mas antagonismo.
Pra começar
Quem vai colar
Os tais caquinhos
Do velho mundo
 
Pátrias, Famílias, Religiões
E preconceitos
Quebrou não tem mais jeito


O mau que estes desmatadores, incendiários, destruidores da floresta e da biodiversidade, tocaiadores de sindicalistas, de freira progressista, perseguidores dos sem-terra, assassinos de rios e igarapés, causaram na alma paraense terá consequências imprevisíveis.
São incalculáveis os custos psicossocias destas fraturas, da animosidade, do mal estar social, civilizacional, do sentimento de derrota, que acabarão por criar má vontade, que dificultarão as relações de trabalho, administrativas, e afetarão a felicidade geral das pessoas.

(Felicidade já não é mas artigo de luxo, a ONU já estuda como quantificar o índice de felicidade da população, além do seu PIB.)


Só quem não tem o menor senso de responsabilidade histórica e se deixa mover por delírios de grandeza, por interesses meramente pessoais, em estado de surto psicótico pode ter imaginado que uma proposta sem a menor consistência técnica, justificativa econômica, seria capaz de iludir a maioria do eleitorado paraense, que contra seus interesses, votaria a favor de conceder a uns poucos barões e seus capangas, novas capitanias hereditárias que pudessem ser loteadas e exploradas a bel prazer.

(Só a brincadeira do plebiscito já custou ao povo brasileiro R$ 14 milhões).

Por isso eu achava que o governador deveria entrar logo no debate, que combatesse logo, com os justos argumentos da razão esta falácia hipócrita, que não a deixasse progredir, que não permitisse que os sonhadores viajassem na maionese e se imaginassem neste futuro farto, sadio, venturoso.
A doença da esperança uma vez instalada é mais difícil de curá-la sem deixar sequelas.
A matemática do NÃO era exata, a legitimidade do governador para abortar a estultice, nas primeiras semanas de vida era o claro caminho da sabedoria.
Ingenuidade pensar que conciliaria, de cima do muro, na base dos beijinhos, e carinhos, sem ter fim,



os "intere$$es" desses "inimigos públicos" com os interesses estratégicos do povo, do governo e do "estado".
Quando, no meu entendimento, tarde demais, Simão desceu, foi recebido com cacetadas, bordunadas, chumbo grosso enfim, por seus "aliados" e integrantes de seu governo.
Agora, ele bem reconhece, sobrou pra ele, a triste missão de [ARGHH!!]:

LAMBER AS FERIDAS.

Mas, Simão ainda desceu, tarde, mas desceu.
Imperdoável o silêncio de Jáder, se postula ser o grande líder da política paraense da passagem do século 20-21, com a experiência acumulada pelos mandatos e cargos que ocupou, se se diz vítima de perseguição política por parte do STF, (no que tem razão) era o momento de honrar os mais de um milhão de votos que recebeu para representar, na Câmara Alta, esta integridade territorial e política que se chama Pará, tinha a obrigação de apontar, como condutor, o caminho da terra prometida, e não ficar escondido atrás da moita.

sábado, 10 de dezembro de 2011

O fim dos SIM-nicos

Vamos ao popular, acredito que um raciocínio muito rasteiro, deve ter amadurecido coletivamente, caiu a seguinte ficha:
Já temos ladrões demais pra sustentar, por que vamos aumentar nossa cota de sacrifício?
Isto começou a ficar evidente para da população dos aspirantes novos estados, quando viram que os proponentes do projeto e coordenadores da campanha, tinham nanicos currículos e alentadas folhas corridas.
Recente estudo de Manuel Castells, mostrou que na Europa a credibilidade dos políticos como agentes sociais, está geralmente abaixo da 10ª posição. No Br, o IBOPE confirmou esta tendência, a Polícia, violenta e corrupta, teve melhor desempenho que esta chusma.
Esqueceram os pró-homens, salvadores dos frascos e dos comprimidos largados nas barrancas dos rios e abandonados nos atoleiros das vicinais, dos processos que respondem, das cassações que sofreram, etc, etc, etc.
O argumento que usavam: vocês vão poder encontrar um deputado estadual em cada esquina, um federal em cada boteco, um senador em cada igreja/templo; despertou um sentimento muito humano, aquele expresso na famosa oração do traído(a): Senhor se eu for traído(a), que eu não saiba, se eu souber que eu não veja, etc.
Ou seja é preferível ser roubado pelo ladrão distante, do Belém, do que ver com os próprios olhos, que um dia esta maldita terra há de comer, o irmão da Igreja do Evangelho Redondo, que passava naquela bicicletinha ferrada, bíblia encebada debaixo do braço, agora, deputado federal, esnobando de Hilux, refrigerada, motorista, sonzão de gospel. Melhor não correr o risco de ver estas cenas.
Se a ocasião faz o ladrão, por que aumentar o número de ocasiões?
Outro erro fatal, dos SIM-nicos, pensaram, faremos uma grande campanha vamos ter o melhor entre os melhores, vamos ter o Duda Mão-de-onça, o magnífico, o mago, os três reis magos num só.
Mas o diabo é que a imagem do mago tá mais suja do que poleiro de urubu do Ver-o -peso, e em vez de ajudar só complicou. Associou o projeto com a malandragem nacional, com os bandidos federais, com os Mensalões.
Tiro mortal foi a entrada de José Dirceu, sonhado mandatos senatoriais, pensava que sua entrada carregaria o peso e a credibilidade de cacique do PT nacional, se Lula e um certo cardinalato PTista, sabem reconhecer seu pragmatismo, o papel que teve na contrução do projeto de ascensão do partido ao poder e, por isso, o preço amargo que pagou, para o público em geral, e para os grileiros e aventureiros que queriam declarar a República Livre de (qualquer controle) do Faroeste e Sul-Sudeste do Pará, o Dirceu era uma ameaça perigosíssima, pois poderosíssima. (Paulo Henrique Amorim, blogueiro amolecado à serviço dos lobbys do Zé, e sua presença no programa dos SIM-nicos, só confirma o que digo).
A loucura e os sonhos de grandeza transtornam, não seria propaganda miraculosa nem os lobbies poderosos, bastava a mais simples matemática para ver que o sim era inviável.
Os índios de Belém e tribos vizinhas, sendo maioria, teríamos que abrir mão de nossos futuros para esses caubois, incultos-bárbaros, safados e oportunistas.
Nós índios papaxibé nos propomos a chamar o povo destas regiões e CONSTRUIR UM GRÃO PARÁ COM ELES, índios daqui, com índios maranhenses, goianos, paranaenses, piauienses, gaúchos, mineiros, capixabas, paulistas, brancos, pretos, índios mesmo, sem mentiras, em um esforço que nunca foi feito.
QUANTO ORGULHO SER FILHO, TODOS AQUI NASCIDOS OU NÃO, TEREMOS DE VIVER NESTA TERRA.


P.S.: As pesquisas e o resultado do plebiscito mostraram que o sim, foi perdendo adeptos nas regiões que pretendiam se emancipar, o que confirma minha tese.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Imagem do PDT do divisionista Gionani Queirós


Poucas imagens mostram um réptil em situação tão humilhante.
Será que esta é a famosa posição em que Napoleão perdeu a guerra?

P.S.: Lupi é o lúmpen= farrapo em alemão

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Cabelos brancos ou pintados, safadeza mesma


Debaixo destes cabelos brancos um desastrado colecionador de escândalos, o Deputada Pedro Novais, agora ex-Ministro do Turismo (veja caso motel, empregada, motorista da mulher).
Será que ele vai abrir a temporada de queda de homens que não pintam o cabelo.
Por trás dele, a sobra de um dos pais da patifaria pátria com seus cabelos pintados acaju.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Jordy reafirma: é contra a divisão do Pará

Ao Povo do Pará
Acompanhei com alguma surpresa nas redes sociais a repercussão de parte de uma entrevista que concedi a TV Eldorado, de Marabá, em 2009, e postada num blog local, onde, naquele momento, eu defendia a criação, no futuro, de novos estados, com a redefinição de um pacto federativo que contemplasse um novo desenho geopolítico não só para o Pará, mas para toda a Amazônia.
A surpresa veio exatamente do fato de que essa posição foi defendida abertamente pelo meu partido, o PPS, em todos os foros e, portanto, era uma posição amplamente divulgada em todo o Brasil. O PPS nunca escondeu isso. E eu sou o presidente do PPS do Pará.
Portanto, o que foi posto como “novidade”, não passa de uma posição bastante conhecida do partido, e que foi colocada por mim e pelo PPS naquele contexto, onde também defendíamos abertamente a realização de um plebiscito, por entendermos que é um processo legítimo e democrático.
A entrevista, na sua íntegra, mostra que não é impertinente, no futuro, fazer essa repactuação federativa em todo país, precedida de um debate sério e ético onde se considerem fatores como bacias hidrográficas, vocações produtivas macroeconômicas, identidades mesorregionais e melhor distribuição do PIB nacional entre as regiões.
A tentativa de tratar como “novidade” ou “contradição” esse trecho da minha entrevista, não passa de uma “pegadinha” manjada, onde os autores são personagens que não merecem crédito e tem como objetivo confundir a opinião pública e dividir aqueles que são contra a divisão do Pará, no plebiscito que se aproxima.
Nos artigos que publiquei, em 2007 e 2011, na grande imprensa do Pará, e transcritos no meu blog e no meu site (ler aqui), eu disse textualmente que dividir o Pará, hoje, seria fragmentar o subdesenvolvimento e enfraquecer a possibilidade de cobrar do poder central um redesenho do pacto federativo que parece ter sido abandonado.
Essa é a minha posição. Nunca me escondi de qualquer debate. Minha vida pública não é pautada por conveniências, oportunismos ou facilidades de ocasião. Estarei, como sempre estive, na busca da verdade, atuando com lisura, ética e respeito, procurando honrar cada voto que recebi.
Por fim, reafirmo minha crença CONTRA A DIVISÃO DO PARÁ, por entendê-la danosa, neste momento, aos interesses da nossa região e me disponho para este e outros debates que digam respeito aos reais interesses do nosso povo.
Arnaldo Jordy
Deputado Federal - PPS

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Pescaram o Chico

Mais uma baixa na safadeza.
Mais um, que pinta o cabelo, cai.
Outros peixes, maiores, podem cair nesta redada.


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Políticos, prostitutas e mafiosos

Segundo Manuel Castells em dez pesquisas sobre credibilidade das profissões, a de político, fica sempre fica em décimo lugar, mesmos na Itália em que ficam em 12o., depois das ...
prostitutas...

e dos mafiosos.

E quando o político é um mafioso?


Bem, aí ja se torna presidente eterno do Senado podendo viajar em helicóptero da PM do Maranhão em viagem particular.