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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Elas e Eles continuam aprontando em 2012

Eles foram os campeões de postagens em 2011.




Os homens que pintam o cabelo. (Pelo cômico).




Elas foram campeãs de audiência: as ativistas da FEMEN.
E apesar de todas as promessas de não publicar mas sobre elas, para não ficar repetitivo, acabo voltando porque elas estão sempre aprontando uma diferente. Agora são internacionais e adotaram causas políticas gerais, não só as feministas.
Em Davos protestaram contra a pobreza: pobres por causa de vocês, diz o cartaz.



Ou a pintura no corpo.


A minha amiga de fé, minha irmã, camarada, Reginalves acha que a polícia da Ucrânia, assim como outras polícias criaram comandos anti-terror, anti-bomba; criou um comando anti-FEMEN, pela precisão cirúrgica com que eles tocam no corpo das moças. Ela reconhece que são sempre os mesmos guardas, esse um jamais consegue conter, totalmente, o riso. 




Já esses, aí de Davos...






Sim, mas voltemos à eles.
Eles querem muito, eles querem tudo, eles querem o topo.
Eles quem subir no pódium, para exibir todo o poder que o Wellaton confere à suas cabeças pintadas.







O Senador Alvaro Dias protestou: a disputa pela vaga de candidato do PSDB à presidencia da república, não pode ficar entre um careca...




E o neto de um careca, de futuro capilar incerto, mas já ameaçado pela genética.




Reivindicou o direito de concorer em nome dos (HPC) Homens que Pintam o Cabelo.



quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Justiça feita para Jáder. Que papo é esse Jáder?

Duela a quien duela, foi feito justiça, o caso Jáder, já estava virando palco para os exibicionismos midiáticos do ego de ébano de Joaquim Barbosa.
Além do que, foi dada uma oportunidade ao Supremo de, na Grande Zona de Brasília, também poder fazer a sua demonstração explicita de complacência, de "conversando a gente se entende".
Se era tão legal, tão transparente, o Direito de Jáder, por que isso só ficou evidente para o Presidente Peludo-Peloso-cabelo-cor-da-asa-da-graúna, depois que ele recebeu a comissão-pressão do caciques do PMDB?

A conversa teria sido tensa, argumentos éticos, jurídicos, políticos, ameaças veladas de retaliação, até que Renan Calheiros usou um argumento mortal:
- Presidente Peluso, o Presidente Sarney, pede que considere, que o Jáder é do nosso time, é homem que pinta o cabelo.

Jáder tem tudo para comemorar, mas no recente episódio da Divisão do Pará, seu comportamento de Grã-Tucano, senhor dos muros, das cercas e das divisórias foi deplorável.
Só cabem duas interpretações possíveis para essa atitude:
De repente, ele perdeu o senso crítico e ficou incapaz de perceber a inviabilidade técnica, econônica, fiscal, social deste retalhamento, de fazer um raciocínio que projetasse o futuro desses 3 estados nos próximos 20 anos?
O que aconteceria com o Pará remanescente?
A que futuro, mais deplorável ainda, condenaríamos Belém?
E Tapajós, teria capacidade de gerir o vasto teritório proposto?
Será que ele desconhece as obrigações fiscais que de imediato recairiam sobre cada novo estado. Que é impossível comparar a criação de novos estados na vigência da atual constituição, pela qual ele lutou bravamente, com aquela da criação de Tocantins?
Ou virou daqueles populistas basistas dos primórdios do PT: "temos que ouvir as bases, a verdade vem do povo", surdo/cego se o povo está sendo manipulado ou não. Processo no qual o líder não tem responsabilidade nenhuma, só a de abrir a porteira que a manada escolher.
Que o conhece sabe que é dificil acreditar nesta hipótese.

A segunda hipótese é que Jáder, é hoje um operador do período pós-política, apenas um Político S.A, desprovido de qualquer compromisso histórico, político, ideológico.
Escolheu o caminho que menos risco oferecia à holding.
O Pará, o povo, o bem comum, democracia, isso são conceitos do Iluminismo, do Pensamento Liberal...

Autor: desconhecido. Ref: Rola na Rede