Docentes- 1.172 votos na chapa MS 93% dos votos.
Discentes- 3.679 votos na chapa MS 90% dos votos.
Técnicos- 1.256 votos na chapa MS 87% dos votos.

Docentes- 1.172 votos na chapa MS 93% dos votos.
Discentes- 3.679 votos na chapa MS 90% dos votos.
Técnicos- 1.256 votos na chapa MS 87% dos votos.

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d'amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
— Pés descalços, braços nus
— Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
.
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
— Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!
Parecem muito estranhos estes nomes ManeschySchneider nesta selva de Silvas, entre tantos Santos, e muitos Souzas. No que esta conjugação exótica contribuiu para transformar a UFPA?
Foram obras realizadas?
Não, desde o segundo governo Lula tem havido dinheiro de sobra para infraestrutura universitária. Basta ser administrador mediano, para obter recursos e tocar obras.
Mas, muitas obras foram feitas.
Foi ter expandido o número de mestrados e doutorados?
Também não.
Há uma política nacional de incentivo à criação desses cursos.
Mas, nesses últimos três anos e meio criaram-se mais cursos do que nos anteriores.
Foi ter dado início a uma nova fase da internacionalização e da interiorização da UFPA?
Ainda aqui, também não, mesmo que isso seja verdade.
Poderíamos seguir buscando o "fator maneschy" a "partícula maneschy" o "méson maneschy" entre as coisas visíveis, materiais para encontrar qual foi a contribuição que a ADMINISTRAÇÃO MANESCHY deixará para a história da UFPA e não encontraremos.
A contribuição que a ADMINISTRAÇÃO MANESCHY deixará para a Hitória da UFPA é INTANGÍVEL, IMATERIAL.
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio
A UFPA sempre foi dividida em lados. No princípio, enquanto ainda era apenas verbo, no projeto de lei de sua criação, de autoria do udenista Epílogo de Campos, era festejada pelo lado dos anti-baratistas. Mas para sair do mundo das intenções para o dos gestos, foi preciso o senador Lobão da Silveira, do lado baratista, fazer um substitutivo quando foi aprovado pela maioria governista.
A festa mudou de lado.
Juscelino veio ao Teatro da Paz comemorar lado a lado do coreligionário coronel.
Mas nunca ouve paz.
Ficou Medicina para um lado.
Direito para outro lado.
Odontologia observando.
E os pequenos, quase sem força para ser um lado, olhando para um lado e para outro.
Depois de uma breve vitória do direito.
Uma longa da Medicina.
E aí se formaram dois lados.
De um lado os Silveiristas.
Do outro lado os anti-silveiristas.
A revanche do Direito.
Aluisistas de um lado.
Anti-aluisistas do lado contrário.
E assim foram se multiplicando lados e mais lados:
Joãopaulistas, Viseuistas, Lourencistas, Nilsistas, Romeristas, Adufipianos, Tribalistas, Sindicalistas, Carreiristas, Vidamansistas.
Tinha ainda o lado dos diretores de centro, o lado dos coordenadores dos campus do interior, o lado dos "movimentos sociais organizados" e bote lado. O lado dos sem-lado, o dos com vários lados, o lado dos transladados, dos homolados, heterolados, etc.
E cada lado conspirando contra os outros lados, se infiltrando, fuxicando, espionando, bisbilhotando.
O reitor de turno tinha um lado, era reitor de uma parte e tinha a sua bancada, que se reunia antes de reunir, para combinar, acertar posições, saber como votariam os inimigos, se tinha alguém cooptável. Tudo tem preço (passagens, diárias, gratificações, quando o NPI era exclusivo para filhos de servidores da UFPA e os conselhos tinham representantes externos, um representante da OAB no CONSUN, mudou de lado pelo "direito" de matricular seus filhos em nossa escola de aplicação).
E assim se controlava os movimentos dos diretores dos centros/institutos, dos campus, dos sindicatos, do DCE. Todos eram patrulhados, bisbilhotados, abordados, cantados e se concordassem, comprados.
O Fator Maneschy, a Partícula Maneschy, o Méson Maneschy, o que será a marca da ADMINISTRAÇÃO MANESCHY na História da UFPA fez o óbvio: não ficou do seu lado, do lado do reitor, não ficou patrulhando diretor, nem representante de categoria, deixou todos livres para se expressarem.
Deu a mais absoluta liberdade de expressão, tão surpreendente que alguns ainda vem perguntar:
Em que devemos votar?
Alguns por costumes, outros para pedir recompensa.
Mais ainda:
NUNCA FECHOU-SE QUESTÃO DENTRO DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR, FREQUENTEMENTE PRO-REITORES MANIFESTAM POSIÇÕES DIVERGENTES.
NUNCA O REITOR, O VICE-REITOR, OS PRO-REITORES VOTARAM EM QUALQUER DECISÃO DOS CONSELHOS SUPERIORES.
O REITOR MANESCHY NUNCA EXERCEU SEU PODER DE VOTO DE MINERVA. AS DECISÕES DOS CONSELHOS SUPERIORES FORAM SEMPRE TOMADAS PELA MAIORIA.
E finalmente:
A UFPA deixou de ter lados e reencontrou sua vocação primordial a
UNIVERSALIDADE.
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio
Finalmente o reitor e administração superior ficaram sem lado, ficando ao lado da universidade.
Citei "Um Índio" de Caetano Veloso.


Riba entre Joaquinzão Dirceu e Che.
Que vai para o céu?
Quem vai para o inferno?
Recebi do amigo Prof. Ribamar de Castro Carvalho o artigo, publico no cantinho do colaborador. A opinião é dele.
O episódio do mensalão provocou uma reviravolta no meu modo de pensar, mudou completamente algumas convicções que eu carregava desde a minha juventude. Agora sob a luz destes fatos estou revendo e compreendo de outra maneira toda a história que vi e vivi até aqui.
Eu aprendi que no modo de produção capitalista a acumulação primitiva de capital é o roubo puro e simples, aprendi também que o lucro deste capital da burguesia é a apropriação indébita do trabalho não pago do proletariado, portanto expropriar a burguesia não era nenhum crime, pelo contrário, era um ato extremo de fazer justiça revolucionária.
Li que na história da revolução russa de 1917, os bolcheviques assaltaram um trem de transporte de dinheiro. Esta expropriação foi necessária, pois o jornal do partido precisava destes recursos para se manter. Vi o Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR8), a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e a Aliança de Libertação Nacional (ALN) promover assaltos a bancos e roubarem o famoso cofre do ex- Governador de São Paulo, Ademar de Barros, estas expropriações tinham o objetivo de fazer finanças para a luta armada contra a ditadura. Eu, obviamente, concordava com essas expropriações, pois foram necessárias para a luta revolucionária, tanto na Rússia como no Brasil.
Passado o período da luta revolucionária propriamente dita e iniciada a luta política pelo poder no Brasil – no caso da Rússia já era há muitos anos a luta política pela manutenção do poder – nós, “revolucionários brasileiros” aprendemos com os políticos burgueses que se devia fazer finanças através de negociações com o erário público e não mais assaltando bancos ou roubando cofres, pois neste período isto era crime. Definimos então, que os políticos burgueses quando desviam o dinheiro público fazem corrupção, mas revolucionário quando desvia dinheiro púbico faz expropriação para financiar a luta política, o partido e etc.
Até aqui eu pensava que o desvio de dinheiro público através de negócios para a luta política não se constituía em um grande problema para a sociedade, e que a crítica da imprensa burguesa não passava de falso moralismo ou de herança udenista, pois o mais importante era a luta pelo socialismo utilizando qualquer método, até mesmo a eufêmica expropriação da burguesia que é sinônimo de corrupção.
Hoje diante do julgamento do processo do mensalão entendi a verdadeira extensão da corrupção e percebi o seu poder corrosivo, pois esta maldita prática corrói qualquer tipo de moral, qualquer princípio e qualquer ideologia. Ela libera todas as taras e instintos individuais que vão além da luta política, promove a acúmulo primitivo de capital e faz do delinquente um novo-rico, um burguês bem-sucedido.
Somente agora pude perceber que a queda do socialismo na União Soviética e em todo o leste europeu foi determinada pela corrosão que a corrupção promoveu nos partidos comunistas daquela região. Agora, me bate uma melancolia e o lamento por não ter existido um Joaquim Barbosa bolchevique para colocar os corruptos e milionários: Gorbachev, Yeltsin, Putin e outros quadrilheiros do partido russo na cadeia, e assim salvar a Revolução Russa.
Este julgamento já quase concluído, deixa em mim a sensação de que no Brasil qualquer pessoa, e principalmente a juventude que pretenda ser revolucionária não vai se espelhar nestes exemplos que foram julgados e condenados pelo ilibado Juiz Joaquim Barbosa. Acredito agora na possibilidade de resgatarmos novamente os exemplos dos verdadeiros revolucionários que nunca se deixaram dominar pelas vaidades burguesas, pela realeza do poder e, portanto blindados contra a corrosão da corrupção. Lembro nesta hora de vários exemplos de revolucionários blindados, mas quero citar um dos Comandantes da Revolução Cubana que pelo fato de ser comandante, já tinha muito poder, porém assumiu os cargos de Ministro da Agricultura e Ministro da Fazenda naquele país, ele, o revolucionário, largou todo este poder para morrer em mais uma empreitada revolucionária nas selvas bolivianas. O Che Guevara jamais seria condenado por corrupção pelo Juiz Joaquim Barbosa!
p.s. Abaixo encontra-se a carta de despedida que o Comandante Che Guevara enviou para Fidel Castro. Nesta carta ele expõe de forma cristalina a moral revolucionária que não pode ser corroída pela corrupção e nem condenada por nenhuma justiça burguesa.
Carta de Che à Fidel, aqui.
Conto-vos como isso clarificou-se-me aos sentidos.
Estavamos, os dous, a bordo desde mecanismo chamado elevador, a cousa de não mais que um metro um do outro e relembravamos velhas batalhas que juntos travamos quando fomos da primeira diretoria da ADUFPA, quando meus olhos, estes mesmos que um dia em pó se tornarão, cruzaram pelo repartido do cabelo de meu companheiro de elevação e perceberam as raízes brancas em contrastraste com os fios negros cor da asa da graúna.
Saímos, cada qual tomou seu destino e ainda recuperava-me daquela visão que me parecia uma entromissão, uma violação de privacidade. Caí em mim.
Ora bolas, por que há de ser só comigo madrasta e perversa a natureza?
Além de devastar-me a calva, os poucos fios que me restam já os pinta com a brancura das décadas enquanto ao João Batista poupar-lhe-ia de tais disabores?
Não seria justo.
É claro, aquele negrume na cabeleira do Babá é falso, ou como dizem os moços é fake.
Sim, agora falando sério, é isso mesmo, eu olhei ao meu redor, pensei nas pessoas que militavam na ADUFPA naquele tempo.
Lembrei do Ciríaco: cabelos embranquecendo.
Do Horácio seus cabelos "a neve do tempo marcou"
Do Ribamar Carvalho:
Fustigado pela chuva
E pelo eterno vento...
Água mole
Pedra dura
Tanto bate
Que não restará
Nem pensamento...
O blog tem sido cruel e implacável com os homens que pintam o cabelo, aqui já foram expostos à execração pública ditadores árabes que a "primavera" abateu, ministros corruptos do governo Dilma que foram sendo sucessivamente decaptados. É a primeira vez que vem ao pelorinho um líder de esquerda, não estamos acostumados com estas vaidades...
Já imaginou, se o velho Trotski de olhar potiagudo e mãos que falam e levando vida errante e persseguida ainda houvesse tempo para enegrecer as madeichas.
Ou Marx que já tinha problemas demais, que tinha que se esconder da polícia e dos agiotas, gastasse o pouco que faltava para dar de comer à família com tinturas para a juba.
Assim, como um rabino rastafari, seria visto como o criador de uma teoria científica, ou, como um exótico fundador de uma seita?
E o velho comandante exilado dentro de sua pátria, campeão mundial de sobrevivência a atentados da CIA, sempre mudando de endereços, se entre seus apetrechos ainda tivesse que portar um kit completo de Koleston Acaju, bobs, pentes, escovas e secador. Já tinha levado farelo.
João Batista Oliveira de Araújo, mais conhecido como Babá segundo a Wikipedia nasceu em Faro, Pará, 31 de outubro de 1953, (eu nasci em 19 de outubro de 1952, exato um ano a mais e vejam como estou) no comando da CST teve a coerência de recusar o apoio Lula e Dilma para o candidato do PSOL à prefetura de Belém Edmilson Rodrigues. Esta certo, senão por que sair do PT?
Agora está na hora de ser coerente contigo mesmo, com o que o tempo marcou em em tua trajetoria.
Pintar o cabelo é ridículo e todo mundo percebe, o proximo passo é o botox depois o lifting, isso não pega bem para quem prega tirar as máscaras do capitalismo e mostrá-lo como ele é.
Se queres uma referência "revolucionária", Guaimiaba o cacique tupinambá, conhecido por Cabelo de Velha em 1619 expulsou Castelo Branco e os portugueses de Belém.
Se deixares de pintar o cabelo ficarias assim.
Fica bem mais verdadeiro,
Babá, pára de pintar o cabelo!
Primeira Epístola aos Tessalonicenses, capítulo 2, v14-16
Estes (judeus) mataram o Senhor Jesus e os profetas, e agora perseguem-nos. Desagradam a Deus e são inimigos de todos os homens. Eles querem impedir-nos de pregar a salvação aos pagãos. E com isso vão enchendo cada vez mais a medida dos seus pecados, até que a ira de Deus acabe por cair sobre eles.
Para que não pensem que em função de meu sobrenome move-me algum sentimento radical aviso, fui criado com feijão, arroz e farinha d'água, só como kibe quando vou no Habbi's, não professo fé religiosa e, para livrar-me destas paixões menores, que dão alegrias alternadas com tristezas, deixei também de torcer por time de futebol, inclusive pela seleção brasileira, hoje só uma marca para grandes negociatas.
Une-me à causa Palestina o mesmo sentimento que me faz deplorar a escravidão, o extermínio de judeus, de ciganos, de comunistas e de homosexuais praticado pelo Nazismo. O massacre de Mulçumanos na Bósnia, consentido pelo Ocidente na era Clynton; o genocídio no Afganistão, a guerra sem sentido no Iraque, afinal, as tais armas de destruição em massa, que justicaram o ataque, nunca existiram, etc, etc, etc.
Talvez o conflito na Palestina tenha maior carga simbólica porque se trava no território sagrado das três maiores religiões monoteístas, prova que os interesses geopolíticos do capital não tem deus, nem pátria, nem ética.
Pior, os crimes são praticados por uma nação cujo povo há pouco mais de 70 anos também foi vítima de genocídio.
O anti-semitismo é anterior ao Cristianismo, parecia delirante aos vizinhos mais poderosos, a "arrogância" daquelas poucas tribos se auto-intitularam "povo escolhido". O Cristianismo desafiou o Judaismo: ou Cristo era o Messias ou não começaria a Nova Era, a Nova Aliança, o Novo Testamento, e venceu. Roma destruiu Jerusalém e começou a diáspora que tem no Holocasto, de Hitler, seu Gólgota.
Para expiar suas culpas, a "Civilização Ocidental Cristã" entendeu que deveria devolver aos "judeus errantes" o território que os romanos lhes havia privado.
Na realidade, apenas alguns grupos religiosos ortodoxos quiseram voltar, a maioria preferiu ficar na Europa ou na América onde já estavam integrados e convenhamos, era bem mais agradável.
Quando acabou a Segunda Guerra Mundial, se o diabo viesse à terra disputar com Hitler o título de o dragão da maldade, perderia no primeiro turno. Passados esses anos do fim da guerra, até agora parece que o austro-alemão vem perdendo espaço para o capiroto, é impressionante a quantidades de biografias disponíveis no mercado, procure na www.amazon.com - tantas maldades que logo depois de Hitler começaram a executar, de imediato, as duas bombas atômicas que os EUA lançaram contra populações civis no Japão até essas as iniquidades, cujo sangue ainda está quente no solo de Gaza, que nem as TVs puderam esconder.
O MURO DA VERGONHA 2, que divide a faixa de Gaza de Israel, não tão famoso como o primeiro, pois permitido pelos EUA e por não ser fronteira entre sistemas políticos opostos, não apenas dividiu ao meio o "campus universitário", mas casas, fábricas, hospitais.
Já existe um movimento no âmbito da sociedade alemã, e não é de neonazistas, mas de intelectuais, como W. G. Sembald, que pensam estar na hora dos alemães levantarem a cabeça e se livrarem das culpas, dos crimes do nazismo. Outros já fizeram pior, portanto é mais que justo livra-se dessa culpa.
Talvez por isso, neste novo clima, ano passado, no Festival de Cannes, Lars von Trier, cineasta dinamarquês, nascido em Copenhague em 30 de abril de 1956, fez as polêmicas declarações, impensáveis nestes ambientes há uns 15 anos atrás:
"Eu entendo Hitler, embora compreenda que fez coisas equivocadas. Só estou dizendo que entendo o homem, não é o que chamaríamos de um bom homem, mas simpatizo um pouco com ele".
Não foi nenhum troglodita. Ele não é um neo-nazista, um reacionário.
É um artista sensível, como Heideguer.
Assim como as crianças mal educadas, insuportáveis, segundo a visão do poeta nos fazem achar Herodes natural.
O ESTADO TERRORISTA E GENOCIDA DE ISRAEL JÁ ESTA LEVANDO MUITA GENTE A ACHAR:
HITLER BONZINHO.
E isso é o fim dos princípios de nossa civilização.
O que faz do Nazismo a mais odiosa organização política existente na civilização humana é que ele rompeu com toda a contrução do pensamento que vem sustentando o Ocidente e que regem nossas relações sociais: de que somos iguais, de que somos irmãos, ou se não somos é por alguma disfunção, um dia seremos. O Nazismo abertamente rompeu com isso e o estado montou uma fábrica de matar, de exterminar os diferentes, todos aqueles que não foram mais considerados pertencentes à familia humana, que não eram mais irmãos, que eram desumanos: judeus, ciganos, comunistas, homosexuais, alejados.
É POR ISSO QUE HITLER NÃO PODE SER CONSIDERADO BONZINHO, OU MENOS MAU.
É POR ISSO QUE É DUPLO O CRIME DE NETANYAHU E DE SUES CÚMPLICES NA ARENA INTERNACIONAL (EUA, OTAN) ALÉM DO GENOCÍDIO BÁRBADO, PERMITE BANALIZAR OS CRIMES DO NAZISMO.
E sabem disso muitos judeus amantes da paz e da humanidade.
Esta é a razão que tem diferenciado os protestos contra o atual massagre em Gaza: a grande participação de entidades de judeus que se opõem a estas atitudes do estado de Sionista de Israel.
Organizações de Direitos Humanos...
Grupos políticos....
E até Congregações de Judeus Ortodoxos.
A comunidade da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo festeja o prêmio "Idéias e práticas inovadoras em gestão universitária" conquistado pelo Blog da FAU.
Como estive fora do ar desde quinta, só agora posso render as merecidas homenagens aos amigos do coração B&B, Bibas e Baleixe.
Obrigado!!!!!
Quem ainda não conhece dê uma passada por lá.
Clique aqui.
Os editores do Blog da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Jaime Bibas e Haroldo Baleixe, dividem o mérito dessa conquista com os colaboradores e internautas.
Agradecemos a todos que acreditaram e incentivaram a “marginal” proposição, ora reconhecida institucionalmente com a premiação.
Esperamos, neste instante, somente conseguir pagar os 99 dólares da atualização anual que retirará as propagandas indesejáveis do BF; bem como: dar um upgrade em sua aparência de quase dois anos e meio.
Atenção: o resultado final, após o julgamento dos possíveis recursos ao Concurso, só será sacramentado no dia 27 vindouro; entretanto, se tudo der certo, com a graça de Deus*, o nosso editor chefe, professor Bibas, estará de black-tie para receber o prêmio das mãos do magnífico no dia 22 de dezembro em solenidade ad hoc.
Valeu galera do bem!!!
*No creemos en brujas, pero que las hay, las hay.
Não pensem que as vitimas do Dr. Pimpinga aceitavam pacificamente as sacanagens do mestre das tiradas inesperadas e maliciosas.
Esse é um exemplo do dia da caça:
Anos 70, auge do seu prestígio o Comendador Marques dos Reis, inaugurou os voos da Primavera, direto de Belém para Lisboa (Belém já teve, agora temos que esperar no minimo oito horas em Fortaleza, BSB, ou Rio), todos no avião se conheciam. Mais que animado o voo era quase um extase, nem se sentia o tempo. A volta a Belém nem se fala, galões e galões de vinho, ou azeite d'aldeia, chouriças, tremoços. Dizem que até couve e leitões inteiros assados vinham nos porões do avião. O poder do Comendador assegurava que na hora da chegada do voo um chamado superior obrigava os "homens da lei" a deixarem o posto para acudirem caso mais grave.
Às vezes falhava o esquema, e, em lágrimas, viam-se queijos da Serra da Estrela, farinheiras, toucinhos do céu, barrigas de freiras barbaramente confiscados, arderem como virgens martirizadas em fogueiras.
Havia sempre aqueles que se consolavam:
- Eu não como, mas esses filhas da puta também não.
Porém, não é sobre isso que estamos a falar.
O fato é que em um destes voos - num dos primeiros, nosso herói inscreveu-se junto com a "patroa".
É evidente que fazia parte da programação, além de uma visita a Nazaré, uma peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora da Fátima.
A nossa piedosa comitiva chega a Fatima justo em um dia de grande peregriação.
Estava sendo rezada a missa e depois haveria a benção aos doentes.
Para facilitar os serviços, dividiam-se os doentes em filas: a dos cegos (podem me processar, mas eu não vou chamar de portadores de deficiência visual, se eu ficar cego desautorizo me chamarem de portador de deficiência visual, é cego mesmo, ceguinho, se quiserem ser mais carinhosos), dos aleijados, dos leprosos, dos surdos, dos mudos, etc.
Contam os companheiros de viagem do nosso herói, que ele era católico mas só de batismo, confiava-se da jaculatoria: oh meu Jesus livrai nos fogo do inferno levai as almas todas para o céu socorei pricipalmente as que mais precisarem, e pensava que seria incluído entre estes. Estava impaciente e não se concentrava na missa, nem nos cânticos nem nas orações, ficava perambulando de um lado para o outro. Sem perceber metera-se em uma das filas dos doentes e a fila empacara. Espera 5-10 minuto, nada de andar, nem pra frete nem pra tras, exaspera-se:
Esssa fi-fi-fi-fila na-na-não annnda?
Neste momento, contam seus vingativos algozes, uns caras paramentados começam a gritar:
MILAGRE !!!! MILAGRE !!!! MILAGRE !!!!!
O MUDO FALOU!!! O MUDO FALOU!!!!!
E já foram levando o atônito Pimpinga para o altar no centro da praça.
Por onde passava todos o tocavam e se benziam.
Um espetáculo!
Finalmente é apresentado aos fieis que gritam:
Louvado seja Deus!
Viva Nossa Senhora de Fátima!
Em meio aquela euforia, aquele extase, Pimpinga pega o mimicrofofone e fala:
Ca-ca-calma pe-pe-pessoal !
Quanto mais ele falava mais aplaudiam, mais gritavam!
Ele seguiu:
Eu não sou mu-mu-mu-mu-mu-mu-do
Eu só eu-só eu-só sou é ga-ga-gago!
Cara-de-pau é a classificassão mais singela que se pode dar à nota publicada pela Diretoria da ADUFPA sobre os fatos ocorridos na reunião do Conselho Universitário da UFPA ontem, dia 12/11/2012. Confira aqui.
A abominável nota distorce totalMENTE o que ocorreu na reunião, relata apenas o que é da conveniência dos dirigetes, não tem o menor compromisso com a verdade, nem com o leitor. Mesmo quando não é preciso MENTE, soMENTE, pelo costume já pacificado de MENTIR.
Vamos matando cobra por cobra e mostrando pau a pau.
No dia 1 de novembro a comissão eleitoral, presidida pelo prof. Edson Frazão, representante da ADUFPA, divulgou nota na qual "entendia preliminaMENTE que a consulta perdeu seu objetivo" pelo fato de haver uma única chapa inscrita. Entretanto o professor Edson reconhecia que a decisão final caberia ao CONSUN, daí solicitar a sua convocação extraordinária.
Serei redundante: o prof. Edson Frazão (pessoa que goza da melhor reputação nos meios acadêmicos) assinou a nota na condição de presidente da Comissão Eleitoral, para qual foi eleito por seus pares, e a nota representa a posição majoritária da comissão.
Leia a nota.
A diretoria da ADUFPA em nota alucinada e fraticida, divulgada dia 7 de novembro, e não dia 12, como diz a nota, que MENTE, soMENTE por MENTIR, comunica seu afastamento da comissão eleitoral e deseleganteMENTE desautoriza seu representante na Comissão Eleitoral. Aqui.
No auge do surto, a diretoria da ADUFPA "viu", no comunicado da Comissão Eleitoral, que esta "encaminha ao CONSUN uma solicitação de reformulação do Artigo 1º do regimento eleitoral".
Peço à alguém, com melhor visão que a minha, por favor, mostre-nos, na ponderada nota da CE (acima), onde existe tal proposição?
E no momento final já delirando, vendo aparições, almas do outro mundo, percebe em tudo isso o fantasma de um "golpe à democracia".
Nos debates no CONSUN em momento algum cogitou-se de NÃO fazer a consulta.
A sede da Associação de Docentes está precisando de um trabalho de descarrego, para espantar esses espíritos traquinos que andam assustando seus dirigentes.
Pior de tudo, além de dispararem contra seu próprio representante, não levam em consideração nenhuma biografia dos membros da comissão eleitoral. Como por exemplo, prof. Benatti, militante desde o movimento estudantil, hoje renomado pesquisador de Direitos Humanos, dos representantes do DCE e dos Servidores, igualmente jogados na vala comum de inimigos da democracia. Enquanto eles, "povo escolhido" únicos puros entre os impuros, únicos guardiães da verdade revelada e superiores aos demais.
Esse tipo de pensamento messiânico, tem levado a guerras, extermínios, holocaustos.
Porém onde mais demonstram má fé, e nenhum compromisso com os fatos, com os associados, com a verdade, quando omitem o fato que mudou o rumo da reunião do CONSUN, a carta dos candidatos únicos, Maneschy-Horácio, manifestando-se favoráveis à consulta.
Senhora presidente e senhores membros do Conselho Universitário,
A confirmação de candidatura única aos cargos de reitor e vice-reitor da Universidade Federal do Para, quadriênio 2013-2017, ao registrar um fato inédito na história da instituição, revelou lacunas na regulamentação do atual processo eleitoral, que não haviam sido antes percebidas.
A falta de clareza no tratamento da disputa com chapa única, por exemplo, leva uma parcela da comunidade a considerar desnecessária a manutenção da consulta para definição dos próximos dirigentes, dado que, pelo formato disposto no regimento eleitoral, o único resultado a se extrair dessa consulta será a vitória da chapa inscrita.
Senhora presidente, senhores conselheiros, mesmo reconhecendo legitimidade e pertinência aos argumentos dos que assim interpretam a conjuntura eleitoral, queremos nos manifestar em favor da realização da consulta, não apenas como maneira de zelar por uma tradição já institucionalizada, mas, também, de afastar inquietações e desgastes promovidos por uma possível alteração das regras.
Se esse momento, pelo ineditismo trazido, a cena para a necessidade de se aperfeiçoar as normas para os processos de escolha dos nossos gestores, que se considere essa possibilidade com a perspectiva de que mudanças, se couberem, devem ser sugeridas somente para edições futuras.
Com a expectativa de ver mantida a consulta à comunidade, conforme aprovada por este Conselho, registramos nossas saudações universitárias.
Belem, 12 de novembro de 2012.
Carlos Maneschy e Horácio Schneider
Cobram transparência, apontam o dedo em riste na cara dos outros, mas não são transparentes, distorcem os fatos.
Na nota narcisista querem demonstrar que são os únicos protagonistas do processo, desrespeitam os outros atores: a comissão eleitoral, os demais conselheiros e os candidatos.
MENTEM, SEMPRE, SOMENTE MENTEM.
P.S.: Se vocês não se dão respeito, respetem ao menos o nome e a tradição de uma entidade que muitos, antes de vocês, ajudaram a construir.