São mulheres.
São femininas?
Hay que conquistar o mundo...
Ma si perder la ternura
Jamás!
Mulher não é femininO de homem.
Mulher é FEMININA.
São mulheres.
São femininas?
Hay que conquistar o mundo...
Ma si perder la ternura
Jamás!
Mulher não é femininO de homem.
Mulher é FEMININA.
O bondinho do Edmilson
E o BRT do DuCioMerda
São dois passos errados em direções opostas:
Um se vestiu de passado...
O outro se fantaZiou de futuro.
Conhece alguém que seja?
Tem um amigo, parente?
Não me refiro a pessoas preconceituosas, mas falo de gente que é contraria à punição daqueles que escravisam seus semelhantes,
seus irmãos na grande parentalia que é a humanidade.
Na votação da lei que propõe severa punição aos ruralistas flagrados praticando trabalho escravo, a bancada do Pará votou majoritariamente SIM. Dois elementos se abstiveram: Zequinha Marinho (pastor evangélico) e Asdrubal Bentes. Dois elementos votaram NÃO: Giovani Queirós e Lira Maia.
Confira:
Estão lembrados? a quadrilha (refiro-me aqui a um conjunto de quatro elementos, veja no Aulete Digital) foi toda a favor da divisão do Pará.
Quando postei aqui no blog que eles não eram flor que se cheirasse, que representavam grileiros, pistoleiros, a bandidagem agrarista armada, eles se ressabiaram, vários "anônimos" anômalos das suas assessorias de imprensa, me esculhambaram, atacaram violentamente, até a reputação de minha veneranda genitora.
Não publiquei, é claro.
Agora eles confirmaram tudo o que eu havia dito!!
Se a lei brasileira considera crime inafiançável aprisionar animais silvestres, como não deixar de punir com firmeza, quem aprisiona gente?
Dou um conselho aos leitores, porque assim o farei, se comigo acontecer de cair nas garas de um "gateiro" e for levado para uma dessas fazendas como "escravo": renunciar à condição humana e pedir para ser considerado
um papagaio,
arara,
uma anta que seja,
desse modo, os que me aprisionassem iriam ficar no xilindró sem direito a pagar fiança.
Um dia, teria sido em 2005, eu organizava a Exposição "Landi: Cidade Viva" em um prédio no Largo do Carmo e, por acaso, encontro o Dr. Roberto Santos, rola o papo, falo do que estava fazendo, ele diz ter nascido em uma casa no Carmo.
Eu buscava referências sobre a praça, os imóveis do entorno, para situar históricamente o local da exposição no teatro urbano.
Chegamos à conclusão de que a exposição aconteceria justo na casa onde ele havia nascido. Disse-me que tinha um quadro do Balloni que a retratava, convidou-me para conhecê-lo.
Para encurtar o relato, dias depois recebo uma foto do quadro, feita pelo seu filho Paulo Santos e atorização para usá-la na exposição.
Quando falou-me da casa descreveu detalhes. Lembrou que tinha uma capela e que a famosa imagem Nossa Senhora do Leite, hoje no Museu de Arte Sacra, pertencia à sua família, que dou a imagem para a igreja do Carmo.
Veja na foto do Artur Ianinni.
Tempos depois, recebo cópias das fotos de Belém do acervo Robert Smith sob a guarda da Fundação Gulbenkian em Lisboa. Bato o olho, e reconheço na foto mal enquadrada, a casa, a dita casa do Dr. Roberto.
Rápido, anexo a um email e no assunto pergunto: Conhece esta casa?
Em minutos toca o telefone:
- É a minha casa, onde tu conseguiste esta foto?
Dias depois, mandei-lhe a casa em formato A4.
Depois de Ferreira Gullar, pergunto:
Onde estaria o menino neste meio-dia, quase tarde entre 1937 e 1947, quando o gringo bateu a foto?
Dormia?
Estudava?
Sonhava?
Ou simples, da varanda dos fundos olhava o rio, este que sempre passa diferente e indiferente?
A casa foi deletada da paisagem real e triste de Belém.
O Fórum Landi fica no prédio à esquerda, na foto ou na pintura se vê só a parede.
Mas tanto no quadro de fortes cores de Balloni quanto na foto em preto e branco de Smith seremos sempre vizinhos, sempre.
A história política da America Latina sempre foi atormentada pelas QUARTELADAS, que segundo o iDicionário Aulete é "Pej. Rebelião de militares com o objetivo de tomar o poder".
Agora o lixo anti-democrático se reciclou e os Golpes passaram a ser dados nos Parlamentos: PARLAMENTADAS, seriam assim, "golpes democráticos".
Depois de Honduras, agora no Paraguai...
No Paraguai um fato me chama atenção, em um país que tem duas línguas oficiais, o espanhol e o guarani, sinal de grande presença índia, os senadores de lá são todos brancos!
Deu-me a impressão de que os espanhóis ainda governam.
Veja as imagens.
No Br os nossos malandros federais representam fisicamente a mistura de todas as étnias.
A nossa democracia racial permite que ascendam safados de todas as procedências.
Vendo a foto do povo que protestava na praça, dá pra ver que os paraguaios são miscigenados, misturados. Compartilhamos o mesmo passado colonial, e, se não fosse, era de acreditar que os colonizadores espanhois teriam mantido estrita castidade abaixo do Equador. Que só os portugueses eram lúbricos. Que as índias do Chaco não tinham o mesmo apetite por carne branca, como as nossas do litoral.
A Santa Madre não se emenda dessa mania de apoiar golpes de estado na America Latina. Foi assim no Brasil, Argentina, Uruguai; no Chile apoiou Pinochet.
E agora está lá com os velhos oligarcas, tierratenientes e mafiosos das drogas e do dinheiro sujo.
E ainda reclamam que estão perdendo fiés. Obvio, estão completamente por fora do que se move nas partes baixas da América.
Os vizinhos denunciram o golpe: rito sumário. O acusado não teve tempo de apresentar provas para refutar as forjadas pelos apressados quatís.
La Clinton, que na véspera defendeu o aborto: Para atingir nossas metas em desenvolvimento sustentável também temos que garantir os direitos reprodutivos da mulher. As mulheres devem poder tomar decisões sobre se e quando querem ter filhos. Leia mais aqui, também apoiou a "parlamentada".
E assim deus e o diabo, já estão unidos na campanha de Horacio Cartes, empresário, pecuarista e pré-candidato presidencial. Cartes tem diversas e controversas ligações, desde o narcotráfico até o pinochetismo. Não acredite em mim, confira, os telegramas da embaixada dos EUA.
As máfias não tem religião!
Estando no Rio para uma reunião no BNDES, aproveitei para visitar a Exposição: Amazônia Ciclos de Modernidade no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).
Não era proibido fotografar!
Assim pude anotar-registar com a câmara do meu celular (o caderno de notas do quotidiano).
Assim quem ainda não teve oportunidade de visitá-la, pode fazer uma viagem virtual a esta magnífica mostra.
Quem sabe, outros não se motivem a ir vê-la ao vivo.
Comecei por estes mapas do início dos 1700 na sala denominada: ILUMINISMO
Vejam que aqui aparecemos como: Belém do portugueses.
Neste o território é dividido e denominado de acordo com a presença das missões religiosas.
Chegamos aos desenhos de Landi...
Este corte da Igreja de Santana é do tamanho de uma folha de caderno.
E os demais da Coleção Alexandre Rodrigues Ferreira da Biblioteca Nacional, RJ.
Na extraordinária vista do largo das Mercês de Freire e Codina, dá para ver detalhes que as reproduções disponíveis não alcançam, como todos os tipos de vendendores...
ou as pessoas entrando na igreja. Estudar cada uma delas é uma tese de doutorado, sobre usos costumes, vestuário, formação étinica, alimentação e economia do Grão Pará na segunda metade do século 18.
Depois a Modernidade do Ciclo da Borracha...
A Semente de Seringa do Ronaldo Moraes Rego, domina.
A bibliografia do período e as Ações do Port of Pará.
E um cartaz do tempo em Belém que era a referência amazônica e nós estavamos no mapa do mundo: os cllippers, pousavam aqui.
E os "Modernos", Pastana e Teodoro Braga modernando no Norte, antes da "Modernidade" paulistocrática.
De repente um Goeldi, aquele que era proíbido fotografar no Museu da UFPA, apareceu e rápido no gatilho: CLICK, CLICK, CLICK!!!!!
Aproveitei também para fotografar o Riginni do Museu da UFPA.
Pode ser que aqui seja proibido.
Aí começaram a aparecer os amigos.
A Walda,
Paula Sampaio,
A Elza Lima,
O Patrick arborescendo,
E estes "Olhos Bem Abertos" do Miguel Chikaoca.
E o Luis Braga junto com a Tacacazeira da Antonieta Santos Feio.
E eram tantos que não dá para publicar tudo neste post. Publico depois.
Nem tudo é perfeito, esta instalação ainda insiste que a Amazônia é só bichos e arvores. Aí não teria havidos "Modernidades".
Ah! Sim, no catálogo tem um artigo meu sobre a "modernização" do Iluminismo.