sexta-feira, 4 de março de 2011
Vendedora de pérolas em Beijim
Veja a agilidade com que esta vendedora de pérolas vai compondo os colares.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Abrindo o bau velho
Arquitetos da turma de 1976 festejam São João no quintal da casa do Senador Milton Trindade.
Na fila de trás: Ricardo Gomes, Agostinho Trindade, Eduardo Leão, Dário Lisboa, Roberto(Bob) Freitas, Fernando Martins, Edson Arruda, José Carlos Assis, Huarcar Fernandes, José Akel Fares.
Fila do meio: mulher do Ricardo, Conceição Lobato, Ana Rosa Ferreira de Souza, Maria Beatriz Maneschy Faria, Lydia Chaves, Maria Regina Maneschy, Olga de Oliva, Flávio Nassar (em pé).
Fila de baixo: Luzia, Elna Trindade, Ana Lea Nassar, Cristina Trindade.
terça-feira, 1 de março de 2011
Arquitetura fúnebre
A arquitetura fúnebre, é uma manifestação desta arte, que se dedica à construção de cemitérios.
Em Belém, sempre aqui, destruímos o Cemitério da Soledade e estamos destruindo Santa Isabel, mas em compensação, estamos multiplicando caixões de aparência funesta pela cidade.
Você sabe onde fica este?
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Benedito Nunes: eu não gostava de reuniões, eram aborrecidas!
O Filósofo Benedito Nunes, em um de seus últimos depoimentos gravados, em 18 de Setembro de 2010, fala de sua vida como professor na Universidade Federal do Pará.
O vídeo está em contra-luz tem algumas interferências, mas isto é menos importante do que a possibilidade de ver um Bené alegre, irónico, falando do das reuniões aborrecidas, onde sempre estão aqueles que pedem a palavra para não dizer nada, destas, confessa: eu era sempre faltoso!
Com este vídeo presto minha homenagem a este paraense de quem se pode dizer como disse Federico Garcia Lorca a respeito de Ignacio Sanchez Mejia:
Demorará muito tempo para nascer, se é que nasce/ um paraense tão claro, tão rico de aventura.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Meia volta, vooolver !!!!!!!!
Em novo episódio midiático Amazonino pediu desculpas, perdão, prometeu se cobrir de cinzas, jejuar 40 dias e 40 noites.
E agora como ficam todos os discursos, todas as notas oficiais, os personas non gratas, todos os valentões, e valentonas?
Vão ser assim tão intransigentes, não vão aceitar o gesto humilde, quase franciscano, deste homem grosso, como papel de embrulhar prego, tórax de Superman, que almoça rolimã, como o personagem da canção de Chico Buarque, mas que agora mostra seu mole coração de poeta, que perdeu a calma apenas querendo salvar vidas, disse morra para que outros não morressem?
E agora como ficam todos os discursos, todas as notas oficiais, os personas non gratas, todos os valentões, e valentonas?
Vão ser assim tão intransigentes, não vão aceitar o gesto humilde, quase franciscano, deste homem grosso, como papel de embrulhar prego, tórax de Superman, que almoça rolimã, como o personagem da canção de Chico Buarque, mas que agora mostra seu mole coração de poeta, que perdeu a calma apenas querendo salvar vidas, disse morra para que outros não morressem?
- Afinal, qualquer um pode perder a cabeça, os homens públicos, são públicos, mas são homens de carne e osso e barrigudos como o Amazonino. (Disse o Assessor 1)
- A semana está acabando, o clipping mostrou muita inserção de noticias nossas nas mídias oficiais e alternativas. (Disse o Assessor 2)
- Ninguém chuta cachorro morto excelência !!! (Disse o Assessor 3)
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Kadafi é diferente dos outros ditadores árabes
Atendendo a pedidos, quase todos de uma só pessoa, aquele meu amigo que ainda hoje se declara 100% comunista e os comentários postados pelo Pedro Ayres, vou fazer algumas considerações sobre Kadafi e a crise na Líbia.
É verdade que o regime da Líbia é diferente dos demais regimes dos países árabes pelo seu cunho anti-imperialista.
É verdade que o regime de Kadafi é uma tentativa de poder civil contra as teocracias, inclusive Israel, de se implantarem na região.
É verdade que depois da vitoria da revolução da qual foi um dos comandantes, que levou a nacionalização do petróleo, a situação dos cidadãos líbios melhorou consideravelmente.
É verdade que sua filosofia política lançada no Livro Verde, apresentando uma alternativa nacional ao socialismo e ao capitalismo, combinada com aspectos culturais do islamismo que depois deságua no conceito Jamahiriya ou "Estado das massas", em que o poder é exercido através de milhares de "comitês populares, é ainda hoje motivo de interesse.
Kadafi, o Coronel severo no período revolucionário.
É verdade que o regime da Líbia é diferente dos demais regimes dos países árabes pelo seu cunho anti-imperialista.
É verdade que o regime de Kadafi é uma tentativa de poder civil contra as teocracias, inclusive Israel, de se implantarem na região.
É verdade que depois da vitoria da revolução da qual foi um dos comandantes, que levou a nacionalização do petróleo, a situação dos cidadãos líbios melhorou consideravelmente.
É verdade que sua filosofia política lançada no Livro Verde, apresentando uma alternativa nacional ao socialismo e ao capitalismo, combinada com aspectos culturais do islamismo que depois deságua no conceito Jamahiriya ou "Estado das massas", em que o poder é exercido através de milhares de "comitês populares, é ainda hoje motivo de interesse.
É verdade que a Líbia de Kadafi apoiou movimentos de libertação nacional no Terceiro Mundo.
Também é verdade que depois da queda da União Soviética a Líbia entrou em um processo de isolamento internacional.
Também é verdade que Kadafi esteve envolvido no financiamento de grupos terroristas.
Como é verdade, que nenhum governo consegue manter internamente a legitimidade democrática quando acossado por tantas circunstâncias externas desfavoráveis.
Por isso penso que a Jamahiriya, estado das massas, foi um sonho não realizado.
Acho que seu regime não resistirá, mas esta experiência de poder civil, inspirada nos ideais de Nasser do Pan-arabismo, vai ser uma das forças que poderão moldar o mundo árabe nos próximos anos.
Kadafi, seu atual estilo permite que a mídia o apresente como um quase bufão.
A Câmara vai de Legião Romana
Como declararam Amazonino Mendes, Persona non grata, através do douto e soberano plenário da Câmara Municipal, os nosso edis acharam que seria mais coerente com as tradições latinas, marcharem de Legião Romana
Perguntado por assessores, de como lutaríamos, caso Manaus lançasse contra nós seus prudutos eletrônicos, o presidente da Câmara exclamou: Ótimo, assim combateremos à sombra !!
Perguntado por assessores, de como lutaríamos, caso Manaus lançasse contra nós seus prudutos eletrônicos, o presidente da Câmara exclamou: Ótimo, assim combateremos à sombra !!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Em defesa de um amigo 3. Post Scriptum
Leitora do Blog, que vem acompanhando o debate sobre a questão Francisco Potiguara, diz que postou no Blog do acusador Luis Cavalcante o comentário abaixo mas que o mesmo não foi postado.
Nós aqui defensores dos frascos e dos comprimidos damos espaço para o coment da internauta:
Faz dias que acompanho o linchamento público a que está submetido Francisco Potyguara. Li e reli o processo, os comentários anônimos e dos que se assinam, e ainda com mais atenção os seus.
O senhor é de fato exemplar raro nesse mundo ordinário. Um homem que merece reconhecimento público.
Daqueles, cuja existência dedicada à moral e bons costumes, jamais aceitaram expropriar o Estado com pequenos golpes, como a maioria de nós ousa fazê-lo.
Por exemplo, na sua vida privada jamais aceitou acordos espúrios, tais como abatimentos em consultas médicas sem recibo; jamais deixou de exigir notas ficais, seja na feira, no supermercado, na padaria ou farmácia.
Acredito - principalmente - que, como servidor público, em tempo algum, tenha assinado empenho, autorizado orçamento ou contratado serviços e produtos fora do escopo, mesmo com a certeza de que eram/são absolutamente vitais à missão pública à qual serve ou serviu.
Na Secretaria de Educação (SEDUC), um dos organismos exemplares da administração pública estadual, o senhor se manteve inviolável! Todos sabem, o professor é inarredável. A vida lá fora não tem importância, devemos cumprir a Norma.
Assim, chegamos à conclusão de que Francisco Potyguara deve ser punido com rigor. Afinal, se a norma não previu tarefa e recurso para alimentar e transportar os índios, esses não deviam ter deixado a reserva.
Se não havia como manter a reserva em segurança, melhor não tê-la criado. Se não há reserva, melhor ignorar os índios. Afinal, os índios não importam, pois não foram contemplados no orçamento.
O Chico é um péssimo exemplo. Cuidado com ele.
Atenas declarou guerra à Tróia pela honra de suas mulheres. E nós, vamos guerrear com o Amazonas?
Pela amor de Deus, tão querendo fazer tempestade em copo d'água, nesta história do Amazonino Mendes ter dito para a paraense: então morra minha senhora. Basta ver o vídeo e entender o contexto em que a frase foi dita.
O problema é que nesta sociedade do espetáculo, dominada pela mídia, tudo assume esta dimensão de teatralidade.
Se o governo de plantão não se manifesta a oposição de plantão vai chama-lo de frouxo, medroso, fujão, para que eles, os oposicionistas, se mostrem como os únicos e melhores defensores do povo.
Em situação inversa todos os papeis se trocariam. Mas no fundo tudo não passa de encenação.
Cadê que algum destes indignados foi lá resgatar a pobre paraense das garras do dragão da maldade.
Sabe o que eu acho, existe um rancor acumulados dos paraenses contra amazonenses.
O Pará por incompetência e das nossos lideranças (políticas, empresariais, intelectuais) esta perdendo o protagonismo na região: Manaus vai sediar a copa, seu aeroporto tem voos diários para o exterior, a cidade é a principal referência para o turismo ecológico, etc, etc, etc.
Agora, quando acontece um caso como estes, aqueles são os principais responsáveis pela nossa decadência querem se exibir para a população se enchendo de brios.
Se é assim, minha proposta é radicalizar, vamos declarar guerra ao Amazonas, por muito menos Atenas declarou guerra à Tróia para defender a honra de suas mulheres. Honra não se lava com retórica, mas com sangue.
Na volta, no butim, tragamos de lá o Boi de Parintins, o Festival Internacional de Ópera, o título de metrópole da Amazônia.
Isto se nossos bravos generais ganharem a guerra.
O problema é que nesta sociedade do espetáculo, dominada pela mídia, tudo assume esta dimensão de teatralidade.
Se o governo de plantão não se manifesta a oposição de plantão vai chama-lo de frouxo, medroso, fujão, para que eles, os oposicionistas, se mostrem como os únicos e melhores defensores do povo.
Em situação inversa todos os papeis se trocariam. Mas no fundo tudo não passa de encenação.
Cadê que algum destes indignados foi lá resgatar a pobre paraense das garras do dragão da maldade.
Sabe o que eu acho, existe um rancor acumulados dos paraenses contra amazonenses.
O Pará por incompetência e das nossos lideranças (políticas, empresariais, intelectuais) esta perdendo o protagonismo na região: Manaus vai sediar a copa, seu aeroporto tem voos diários para o exterior, a cidade é a principal referência para o turismo ecológico, etc, etc, etc.
Agora, quando acontece um caso como estes, aqueles são os principais responsáveis pela nossa decadência querem se exibir para a população se enchendo de brios.
Se é assim, minha proposta é radicalizar, vamos declarar guerra ao Amazonas, por muito menos Atenas declarou guerra à Tróia para defender a honra de suas mulheres. Honra não se lava com retórica, mas com sangue.
Na volta, no butim, tragamos de lá o Boi de Parintins, o Festival Internacional de Ópera, o título de metrópole da Amazônia.
Isto se nossos bravos generais ganharem a guerra.
A verticalização do crescimento urbano em Belém é inevitável?
O projeto de extensão universitária “Confronto de Ideias”, sediado no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFPA, promove na próxima segunda-feira dia 28/02/2011, às 17:00 horas, no auditório da OAB-PA, o debate “A verticalização do crescimento urbano em Belém é inevitável?”. O encontro contará com a participação de professores e pesquisadores da UFPA, representantes de órgãos públicos das esferas municipal e federal, representantes de entidades de classe ligadas à área de economia urbana e jornalistas, e tem o apoio do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico–IBDU Secção Norte.
A Era das quedas
A história da humanidade tem sido contada como a história das quedas, desde a queda de Adão reprentada pelo estrondoso barulho: babadalgharaghtakamminaronnbronntornnerrontuonnthunntrovahhhounawnskawntoohoohoordenenthurnuk, criado por James Joyce em Finnegans Wake, passando pelas quedas de Cristo rumo ao Calvário, do Império romano, de Napoleão em Waterloo, a queda do Nazismo, a queda do muro de Berlin, e a recente queda de Wall Street.
Mas poucas vezes na História se viu tanta gente, tantos regimes, tantas verdades caindo, além de edifícios em Belém, é claro.
Os que acreditavam que a WEB era o espaço da nova utopia, da liberdade de expressão e até, verdadeiro espaço de livre comércio e de movimentação de recursos financeiros viram este mito cair.
Mas poucas vezes na História se viu tanta gente, tantos regimes, tantas verdades caindo, além de edifícios em Belém, é claro.
Os que acreditavam que a WEB era o espaço da nova utopia, da liberdade de expressão e até, verdadeiro espaço de livre comércio e de movimentação de recursos financeiros viram este mito cair.
No recente episódio dos wikileaks, os apoiadores de Assange não poderam transferir recursos financeiros para a organização dele, já que os mecanismos de transferências foram trancados pelos controladores dos sites tipo PayPal e dos cartões de crédito.
No Egito, o agonizante governo Mubarak, cortou o acesso às redes sociais nos primeiros dias das mobilizações. Só reabriu depois que a opinião pública internacional e os apoiadores externos do déspota (EUA e OTAN) exigiram que ele assim procedesse.
A lição destes fatos: a Internet não é universal, democrática nem igualitária, nela se reproduzem as contradições do mundo real e portanto a velha luta de classes.
Para que ela possa ser de fato este espaço libertário fora do controle e censura estatal e dos interesses das grandes corporações é necessário criar estruturas alternativas na rede e estas não é Facebook, Google, Twitter, PayPal, etc.
Para que ela possa ser de fato este espaço libertário fora do controle e censura estatal e dos interesses das grandes corporações é necessário criar estruturas alternativas na rede e estas não é Facebook, Google, Twitter, PayPal, etc.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Quem disse isso?
"Este frenesi de cortes de impostos vem, incrivelmente, depois de três décadas de um regime tributário de elite nos EUA, que favoreceu os ricos e poderosos. Desde que Ronald Reagan assumiu a presidência em 1981, o sistema orçamentário dos Estados Unidos se orientou para apoiar a acumulação de uma imensa riqueza no topo da pirâmide da distribuição de renda. Surpreendentemente, o 1% mais rico dos lares estadunidenses tem agora um valor mais alto que o dos 90% que estão abaixo. A receita anual dos 12 mil lares mais ricos é maior que o dos 24 milhões de lares mais pobres.
O resultado é um paradoxo perigoso. O déficit orçamentário dos EUA é enorme e insustentável. Os pobres são espremidos pelos cortes nos programas sociais e um mercado de trabalho fraco. Um em cada oito estadunidenses depende de cartões de alimentação para comer. No entanto, apesar deste quadro, um partido político quer acabar com as receitas tributárias por completo, e o outro se vê arrastado facilmente, contra seus melhores instintos, na tentativa de manter contentes seus contribuintes ricos."
Você sabe quem disse isto?
Será que foi o Hugo Chavez, ou o Michael Moore, ou quem sabe o Noan Chomski?
Acertou quem disse: Jeffrey Sachs que é professor de Economia e Diretor do Earth Institute da Universidade de Columbia. Também é assessor especial do secretário geral das Nações Unidas sobre as Metas de Desenvolvimento do Milênio.
Quem quiser ler todo o artigo, clique aqui.
O resultado é um paradoxo perigoso. O déficit orçamentário dos EUA é enorme e insustentável. Os pobres são espremidos pelos cortes nos programas sociais e um mercado de trabalho fraco. Um em cada oito estadunidenses depende de cartões de alimentação para comer. No entanto, apesar deste quadro, um partido político quer acabar com as receitas tributárias por completo, e o outro se vê arrastado facilmente, contra seus melhores instintos, na tentativa de manter contentes seus contribuintes ricos."
Você sabe quem disse isto?
Será que foi o Hugo Chavez, ou o Michael Moore, ou quem sabe o Noan Chomski?
Acertou quem disse: Jeffrey Sachs que é professor de Economia e Diretor do Earth Institute da Universidade de Columbia. Também é assessor especial do secretário geral das Nações Unidas sobre as Metas de Desenvolvimento do Milênio.
Quem quiser ler todo o artigo, clique aqui.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Em defesa de um amigo 2. Epílogo
Prof. Luis Cavalcante,
Meu post em defesa do meu amigo Xico foi perfeitamente demarcado no atual contexto das mesquinhas disputas partidárias no período pós eleitoral.
O PSDB e seus aliados, inclusive uma ala do meu partido PPS, tentam desqualificar os feitos do governo federal, exemplo disso foi a tentativa de chamar de “apagão” a falha técnica no fornecimento de energia elétrica no Nordeste, que eu qualifiquei de “apaguinho” e condenei a postura do presidente nacional do partido, veja meu post aqui.
No Pará a situação é inversa, o PT, mesmo com todos os avanços que Lula promovia nacionalmente, foi apeado do poder, por ter feito um governo incompetente e envolvido por enormes denúncias de corrupção (ver SEDUC, SEMA, ETC, ETC, ETC, ETC, ETC.), quer agora desqualificar a qualquer custo os vencedores.
Uma das vítimas tem sido o Jordy, sobre tudo porque usou o mote Ficha Limpa em sua campanha, o que parece irritar estes petistas que viram sua mais equilibrada e promissora liderança no estado - o Paulo Rocha - ser abatido por esta lei.
A “denúncia” contra o Xico tinha um endereço: Jordy e o PPS. Portanto uma questão política.
Agora, qual é o problema de ter amigos?
A amizade faz parte da vida, quem tem amigos, com certeza, é mais feliz, menos rancoroso, menos mesquinho.
Eu sou do tempo em que se defendia a fraternidade universal, logo a amizade, a fraternidade, tem um profundo significado político neste mundo marcado pela competição desenfreada que se verifica, inclusive, no seio dos partidos políticos.
Finalmente, talvez você não tenha entendido, não digo que é o Potiguara que vai perder o DAS, digo: Pode ser alguém que não se conforma com a vontade do povo do Pará que elegeu outro governo, no mínimo, por incompetência do anterior e levou um grande número de "militantes" a perder seus DAS's.
Quanto ao mérito do que foi apresentado contra o Xico e o fato dele ter admitido ser réu confesso, como você diz, ele já explicou muito bem o que se passou e como as coisas funcionam na FUNAI. Insistir em dolo é má fé.
P.S: É bom ter dinheiro para pagar advogados e amigos para defender a honra quando problemas na SEDUC começarem a aparecer.
Meu post em defesa do meu amigo Xico foi perfeitamente demarcado no atual contexto das mesquinhas disputas partidárias no período pós eleitoral.
O PSDB e seus aliados, inclusive uma ala do meu partido PPS, tentam desqualificar os feitos do governo federal, exemplo disso foi a tentativa de chamar de “apagão” a falha técnica no fornecimento de energia elétrica no Nordeste, que eu qualifiquei de “apaguinho” e condenei a postura do presidente nacional do partido, veja meu post aqui.
No Pará a situação é inversa, o PT, mesmo com todos os avanços que Lula promovia nacionalmente, foi apeado do poder, por ter feito um governo incompetente e envolvido por enormes denúncias de corrupção (ver SEDUC, SEMA, ETC, ETC, ETC, ETC, ETC.), quer agora desqualificar a qualquer custo os vencedores.
Uma das vítimas tem sido o Jordy, sobre tudo porque usou o mote Ficha Limpa em sua campanha, o que parece irritar estes petistas que viram sua mais equilibrada e promissora liderança no estado - o Paulo Rocha - ser abatido por esta lei.
A “denúncia” contra o Xico tinha um endereço: Jordy e o PPS. Portanto uma questão política.
Agora, qual é o problema de ter amigos?
A amizade faz parte da vida, quem tem amigos, com certeza, é mais feliz, menos rancoroso, menos mesquinho.
Eu sou do tempo em que se defendia a fraternidade universal, logo a amizade, a fraternidade, tem um profundo significado político neste mundo marcado pela competição desenfreada que se verifica, inclusive, no seio dos partidos políticos.
Finalmente, talvez você não tenha entendido, não digo que é o Potiguara que vai perder o DAS, digo: Pode ser alguém que não se conforma com a vontade do povo do Pará que elegeu outro governo, no mínimo, por incompetência do anterior e levou um grande número de "militantes" a perder seus DAS's.
Quanto ao mérito do que foi apresentado contra o Xico e o fato dele ter admitido ser réu confesso, como você diz, ele já explicou muito bem o que se passou e como as coisas funcionam na FUNAI. Insistir em dolo é má fé.
P.S: É bom ter dinheiro para pagar advogados e amigos para defender a honra quando problemas na SEDUC começarem a aparecer.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Bunga-Bunga
Você participaria de um bunga-bunga com este cara?
Muammar Gaddafi, ditador em queda livre da Líbia.
Muammar Gaddafi, ditador em queda livre da Líbia.
Quem suja mais, pobre ou rico?
Vou mostrar dois casos e cada um chegue a sua conclusão.
Fui sábado, de manhã, à Feira da 25 comprar farinha d'água. Em frete a uma das barracas de venda a situação era essa.
Farinha jogada no meio-fio.
Na volta para casa, a cena que se repete há mais de duas semanas.
Esta obra aí, na combalida Três de Maio,
Fui sábado, de manhã, à Feira da 25 comprar farinha d'água. Em frete a uma das barracas de venda a situação era essa.
Farinha jogada no meio-fio.
Na volta para casa, a cena que se repete há mais de duas semanas.
Esta obra aí, na combalida Três de Maio,
joga, também no meio-fio, milhões de litros de água com areia e barro, que vão para onde?
Vão para a rede de esgoto entupi-la, vão para os canais de drenagem assoreá-los.
Para que a cidade não fique mais alagada e o trânsito impossível, somos nós cidadãos que pagamos impostos, que arcamos com as despesas da limpeza.
Pode até ser que a sujeira do pobre seja mais fedorenta, mas a destes ricos empreendimentos é mais nociva.
P.S: Depois, quando a bomba explode e cai no meio da rua, eles vêm com aquelas choramingosas notas oficiálicas, que não dizem nada.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Padre Malagrida, o último condenado
A Arquidiocese de Belém, através do Centro de Cultura e Formação Cristã lançou recentemente o livro "A vida do Padre Gabriel Malagrida" de autoria do também jesuíta Matias Rodrigues.
O padre foi figura importante do universo português no século 18, tendo estado em Belém e São Luís como pregador.
Voltando a Lisboa foi, depois, condenado pela inquisição.
O padre foi figura importante do universo português no século 18, tendo estado em Belém e São Luís como pregador.
Voltando a Lisboa foi, depois, condenado pela inquisição.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
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